No Rio Grande do Norte, cerca de 31,6 mil contratos firmados até 2017 estão em atraso, gerando uma dívida superior a R$ 1,26 bilhão, com média de R$ 40 mil por beneficiário.
A inadimplência é motivada pela dificuldade de inserção no mercado de trabalho e pelo descompasso entre a renda e o valor das parcelas. O perfil dos inadimplentes é composto majoritariamente por jovens de até 30 anos (72%) e mulheres (62%), que enfrentam instabilidade financeira no início da carreira. Economistas apontam que a renegociação dessa dívida bilionária pode injetar milhões de reais mensalmente na economia local, estimulando o consumo e a geração de empregos de forma gradual.
O não pagamento do Fies ameaça a sustentabilidade do programa, que possui uma média de 15 anos para quitação.









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