O início de setembro promete ser de forte mobilização para a educação pública e privada no Brasil. Diversas entidades sindicais confirmaram atos, paralisações e assembleias decisivas para a próxima quarta-feira, dia 2 de setembro, intensificando a pressão sobre governos e setores patronais na Campanha Salarial 2026.
No Rio de Janeiro, o Sinpro-Rio confirmou uma paralisação de 24 horas na Educação Básica, cobrando reajustes e direitos trabalhistas. Já no Nordeste, os professores da rede estadual de Sergipe (SINTESE) realizam uma grande assembleia geral no mesmo dia para definir se decretam greve por tempo indeterminado após impasses com o governo local sobre o plano de carreira.
No Rio Grande do Norte, embora a greve municipal da capital tenha sido suspensa por força de uma liminar judicial, os educadores permanecem em Estado de Greve e prometem manter o cronograma de mobilizações e vigílias ao longo da semana, exigindo a retomada dos canais de diálogo com o poder público.








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