Enquanto alguns países se enfrentam em guerras, o mundo chora seus mortos e as feridas no meio ambiente, nos últimos dias diversos acontecimentos tem levado a discussões sobre o colapso no clima devido a interferência do homem no meio em que vive.
Parece até filme apocalíptico, mas infelizmente é a realidade.
Enquanto cientistas alertam para o efeito do Super El Niño que se instala no clima mundial, previsto para ficar até março de 2027, causando inundações em alguns lugares e seca severa em outros, o mundo se assusta com fenômenos naturais que causaram mortes e destruição nos últimos dias:
Venezuela – O país que fora atingido por 2 terremotos praticamente ao mesmo tempo, contabiliza 4333 mortes, e cerca de 30 mil desaparecidos, que apesar dos esforços de voluntários e ajuda humanitária, se vê destruído. O sistema de sismologia do Japão declarou que há 20 anos alertava o país para a necessidade de fiscalização e reforço de construções precárias.
China – Passagem do Tufão Bavi na China
Impacto e Evacuações: O tufão Bavi, considerado a tempestade mais forte a atingir a China neste ano, tocou o solo na província de Zhejiang. A magnitude do sistema, com tamanho comparável ao território da França, forçou as autoridades a realizarem a evacuação emergencial de quase 2 milhões de pessoas para conter o avanço de danos humanos.
Europa – queima em calor mortal.
Mortes por Calor na Europa

Alemanha: O Instituto Robert Koch (RKI) registrou 5.120 mortes pelo excesso de calor neste ano, concentradas na população acima de 75 anos.
Reino Unido: Modelos matemáticos aplicados pela Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA) e parceiros estimam mais de 2.700 mortes relacionadas às altas temperaturas na Inglaterra e no País de Gales ocorridas entre maio e junho.
Sul da Europa: Dados compilados pelo Global Wildfire Information System (GWIS) indicam que mais de 20.000 hectares foram queimados na primeira quinzena de julho em incêndios ativos na Espanha, Portugal, França, Itália, Croácia, Grécia e Turquia.
Especialistas alertam que depois de uma temporada de chuva acima da média, e a seca e calor acessivo, há muito mato rasteiro facilitando os incêndios de se alastrarem.









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