A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) protocolou notícia-crime na Justiça Eleitoral contra o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, acusando-o de usar a máquina pública para favorecer Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 1º turno.
O centro da ação é uma coletiva em 4 de outubro onde Rodrigues anunciou apuração preliminar sobre suposta interferência estrangeira nas eleições, baseada em representação da AGU. O PL alega que o anúncio no dia da votação carecia de base concreta e visava desgastar o candidato. A apuração foi arquivada pela PF em 7 de outubro por falta de indícios, mesmo destino dado pela PGR. A defesa pede investigação com base no Código Eleitoral, aguardando análise da Justiça.








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