Editorial
JB Moura
Estamos a menos de 24 horas de um dos momentos mais decisivos da democracia: aquele em que o cidadão sai de casa e transforma sua vontade em voto.
As pesquisas apresentam cenários, algumas convergem, outras divergem. Há questionamentos sobre métodos, resultados e interesses envolvidos. E não é difícil compreender a desconfiança de parte da população, especialmente diante de previsões eleitorais que, em outras ocasiões, não se confirmaram nas urnas.
Mas há um detalhe que merece atenção: quando diferentes levantamentos apontam na mesma direção, essa convergência não pode simplesmente ser ignorada. Tampouco deve ser confundida com resultado definitivo.
Pesquisa é fotografia. Urna é decisão.
Amanhã, os números darão lugar aos votos. As projeções enfrentarão a realidade. E a vontade de milhões de brasileiros, expressa individualmente e em silêncio diante da urna, determinará os rumos do país.
Por volta das 18 horas, dependendo do andamento da apuração, poderemos ter uma indicação consistente do resultado.
Até lá, prudência nas certezas, serenidade nas escolhas e respeito à vontade popular.
Porque eleição não se ganha nas pesquisas. Ganha-se nas urnas.








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