Editorial
Já falamos aqui e parece que nunca deixaremos de falar, são casos estarrecedores de vítimas de feminicídios. Casos como o da mãe que foi encontrada morta no último domingo com seu bebê de 1 ano ainda mamando, esse caso foi um daqueles que é quase regra, a polícia prende o indivíduo por violência doméstica, mas a própria vítima o solta, até que ela fique presa sem vida dentro de um caixão.
Um caso recente no estado vizinho do Ceará, gerou nova discussões. É direito do homem matar UMA mulher?
O caso em questão tem como acusado um policial militar, Caio Filizola de Paiva, 36 anos , que havia sido preso em flagrante por atirar e matar uma mulher em um posto de combustível na cidade de Cariré (CE), na madrugada de hoje, foi libertado no fim da manhã após audiência de custódia.
A decisão foi do juiz João Gabriel Amanso da Conceição, do 5º Núcleo Regional de Custódia e das Garantias de Sobral, que negou o pedido do MP-CE (Ministério Público do Ceará), que havia solicitado a conversão da prisão em flagrante em preventiva. Ele teve pedido negado por ser réu primário e pela necessidade de uma “pormenorização de fatos pontuais”. Caio já foi libertado
O marido de Luena, Hilton Fernandes, disse em depoimento que o PM era conhecido do casal, pois ele esteve envolvido em um episódio anterior de agressão contra a vítima. Em audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (6), a Justiça decidiu colocar o PM em liberdade.
Não estamos aqui debatendo leis, o que pedimos, na verdade clamamos, é por justiça para cada caso, para que seja exemplar, para que voltemos a ter segurança. Afinal cadê o respeito pela vida? Por aquelas que geram vidas?







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