• Fim da Escala 6×1

    A Câmara dos deputados do RN realizou na tarde de ontem dia 27/04 um evento alusivo aos debates sobre o fim da escala 6×1, com apresentações culturais e falas de representantes de seguimentos como CUT-RN (Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Norte), SindSuper-RN (Sindicatos dos Trabalhadores de Supermercados do Rio Grande do Norte), entre outros.

    DIEESE estima que 14 milhões de brasileiros trabalham hoje na escala 6×1

    As principais atividades atribuídas a esta parcela de trabalhadores são principalmente na área de serviços gerais e no comércio, segundo o supervisor do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) Ediran Teixeira “aqui no Rio Grande do Norte os números são muito alarmantes. Dados de 2025 apontam que 83,2% das pessoas do setor privado estão trabalhando acima de 44 horas semanais e recebendo apenas um salário mínimo. Além disso, 40% dos trabalhadores do setor de comércio pedem demissão por causa da jornada de trabalho excessiva”.

    Principais Impactos Positivos (Trabalhador e Social):

    • Saúde Mental e Física: Redução do cansaço crônico, estresse e casos de síndrome de burnout, causados por apenas um dia de descanso.
    • Qualidade de Vida: Mais tempo para vida familiar, lazer e qualificação, permitindo melhor recuperação física e mental.
    • Produtividade: Estudos indicam que jornadas mais equilibradas podem aumentar o desempenho e a motivação do trabalhador a médio prazo.
    • Redução de Turnover: Empresas com escalas mais flexíveis tendem a reter melhor os talentos, diminuindo custos com rotatividade.

    Principais Impactos Negativos/Desafios (Econômico e Empresarial):

    • Custo Operacional: Aumento dos custos com folha de pagamento, pois a contratação de novos funcionários pode ser necessária para cobrir as folgas adicionais.
    • Queda no PIB: Estimativas sugerem que a redução sem aumento proporcional de produtividade pode diminuir o PIB entre 0,82%.
    • Setores Afetados: Comércio, alimentação e shoppings, que operam com alta intensidade de trabalho nos finais de semana, podem ter perdas significativas.
    • Informalidade: Risco de aumento da informalidade, caso pequenas empresas não consigam arcar com os novos custos trabalhistas. 

    A transição é vista por alguns como uma “janela de oportunidade” para a modernização das relações de trabalho, enquanto outros a consideram um risco para a competitividade.

    Situação Atual e Próximos Passos:

    Conteúdo da Proposta: A discussão central gira em torno da redução da jornada semanal e o aumento do tempo de descanso, visando, por exemplo, a adoção de escalas 5×2 ou 4×3.

    Aprovação na CCJ: Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que limitam a jornada de trabalho e acabam com a escala 6×1 foram aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça.

    Trâmite: As PECs, incluindo a 8/2025 incorporada à 221/2019, agora seguem para análise mais profunda na Câmara dos Deputados e, posteriormente, no Senado.

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  • Se o governo “ajuda”, por que o brasileiro continua pagando a conta duas vezes?

    O governo federal anunciou um novo pacote com o objetivo de reduzir o alto nível de endividamento no Brasil, mirando especialmente a população de baixa renda, justamente a mais afetada pela inadimplência. A proposta busca facilitar a renegociação de dívidas, ampliando o acesso ao crédito e utilizando mecanismos que envolvem diretamente recursos vinculados ao trabalhador, como garantias atreladas a rendimentos e benefícios.
    Segundo dados recentes, mais de 70 milhões de brasileiros estão inadimplentes, um número que evidencia a gravidade do problema. Em muitos casos, essas dívidas estão concentradas em serviços essenciais, como energia, água e crédito básico. O governo aposta que, ao destravar o acesso ao crédito e permitir melhores condições de renegociação, será possível reaquecer o consumo e aliviar a pressão financeira sobre as famílias.
    No entanto, a medida levanta questionamentos relevantes. Ao utilizar instrumentos que envolvem diretamente a renda do trabalhador, que já figura entre as mais comprimidas do cenário econômico, o risco é transferir ainda mais responsabilidade para quem já está no limite. Em vez de atacar as causas estruturais do endividamento, como juros elevados, baixa renda e custo de vida crescente, o pacote atua principalmente nos efeitos.
    Na prática, cria-se um ciclo delicado. O sistema permite que o cidadão acesse crédito com mais facilidade, mas sem mudanças profundas nas condições econômicas, esse mesmo crédito pode se transformar em nova dívida. O resultado pode ser apenas um alívio temporário, seguido de um novo endividamento.
    A iniciativa tem potencial de impacto no curto prazo, especialmente ao limpar o nome de milhões de brasileiros. Mas permanece a dúvida sobre sua sustentabilidade. Sem enfrentar as raízes do problema, o risco é repetir um padrão conhecido, soluções emergenciais que acabam sendo financiadas, direta ou indiretamente, pelo próprio contribuinte.
    No fim, fica a sensação difícil de ignorar. O governo estende uma mão, mas retira com as duas. Nada muda de fato, apenas se reorganiza quem paga a conta.

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  • Arroz, Feijão e Ferraris

    OPERAÇÃO EVOLUTION: “O salão do Crime” que transformou o DETRAN-RN em balcão de negócios.

    Imagem ilustrativa, feita através de IA

    Esquema milionário desmantelado pelo Ministério Público revela como carros de luxo eram legalizados com a ajuda de empresas de fachada e servidores corruptos

    Enquanto o cidadão comum enfrenta uma burocracia sem fim para licenciar seu veículo, um grupo criminoso mantinha uma “via rápida” de ilegalidades operando livremente dentro do Detran do Rio Grande do Norte. A Operação Evolution, deflagrada pelo GAECO nas primeiras horas desta terça feira, expôs um esquema de corrupção que mais parece roteiro de cinema. Veículos de luxo com origem criminosa ganhavam uma ficha nova e limpa nos sistemas do Estado, saindo prontos para o mercado como se fossem relíquias oficiais.

    Arroz, feijão e Ferraris
    A audácia dos envolvidos é espantosa. O Ministério Público descobriu que uma empresa de distribuição de alimentos servia de fachada para o bando. No papel, o negócio era vender mantimentos; na prática, a estrutura era usada para lavar dinheiro e dar uma aparência legítima ao comércio de carros de alto padrão clonados ou roubados.

    O rastro da corrupção atravessa fronteiras
    A mancha desse esquema não parou nas divisas do nosso estado. Além de Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, a força tarefa cumpre mandados em Caruaru e Timon. A rede era profissional e contava com o que o crime chama de facilitadores: servidores públicos e despachantes que abriam as portas do sistema oficial para validar as fraudes.

    A lista de crimes é extensa e grave:

    • Inserção de dados falsos em sistemas do governo
    • Corrupção ativa e passiva através de subornos
    • Lavagem de dinheiro para esconder lucros astronômicos
    • Clonagem e adulteração de sinais de identificação

    O impacto no seu bolso e na sua segurança
    Esse escândalo não se resume a carros apreendidos. Ele fere a credibilidade das instituições que deveriam proteger o patrimônio do povo potiguar. Quando o sistema de um órgão público é violado dessa forma, todo o mercado de veículos e a própria segurança pública entram em colapso.

    O portal jbmoura.com segue acompanhando os desdobramentos. O silêncio que paira hoje nos corredores do Detran é o reflexo de uma investigação que promete ser apenas a ponta de um iceberg muito mais profundo e perigoso.

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  • 73% dos brasileiros recebem menos que gastam.

    Que a conta não fecha vemos todos os dias ao pagar despesas de nossas famílias, segundo pesquisa do DataFolha publicada no último domingo dia 26/04, o cinto está mais que apertado para 59% dos brasileiros, sendo que 45% recorrem a outros empregos para complementar renda, estes formais ou informais.

    Quando a entrevista leva em consideração pessoas que ganham até dois salários mínimos, este percentual chega a 73% dos trabalhadores, responderam que não recebem o suficiente para cobrir suas despesas básicas.

    Na nossa região vimos as vagas de empregos aumentar, mas na sua opinião está mais fácil fechar a conta no final do mês? Pagar aluguel ou financiamento de imóvel, comprar os alimentos de sua família e as despesas no geral?

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  • Sucesso total!

    O último dia 24/04 ficará marcado na memória! O lançamento de ’24 Horas para o Fim’, do autor JB Moura, foi um verdadeiro sucesso.

    Em uma noite repleta de emoção, JB Moura e sua família receberam amigos, leitores e autoridades para celebrar o nascimento desta obra que já começa sua jornada com o pé direito. Quem esteve presente descreveu o evento como impecável e a energia não poderia ter sido melhor!

    ”Obrigado a todos que compartilharam esse momento conosco. Se você ainda não garantiu o seu exemplar, prepare-se para uma leitura intensa!” 
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  • 24 HORAS PARA O FIM
    Cobertura Sidys, canal 04

    JB Moura lança neste dia 24 de abril do corrente ano, às 19 horas no auditório do Logos, seu mais novo livro, 24 HORAS PARA O FIM , obra construída através da escuta de casos reais, em busca de respostas para perguntas provocativas, aquelas desenhadas para ir direto ao ponto, sem rodeios, sem ponderar interpretações ou interlocuções, buscando uma reflexão que promete a cada leitura mexer com o leitor e que o mesmo possa torna-se o autor de uma nova história, de novas 24 horas de recomeço, de reconstruções de seus novos ”Eus”.

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Pr. João Batista de Moura

Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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