Mesmo perdendo para o crime organizado durante décadas o governo brasileiro nunca aceitou declarar organizações criminosas como terroristas, mesmo depois de ações como rebeliões em presídios de todo o país, ataques orquestrado pelo crime às polícias e a sistema de transporte.
A grande polêmica por trás dessa decisão envolve o temor do governo brasileiro sobre a perda de controle de seu próprio território:
- Intervenções indiretas: Os EUA podem interceptar ou até bombardear barcos e aviões dessas facções que estejam em águas internacionais (como no Caribe), sob a justificativa de combater o “narcoterrorismo”.
- Pressão diplomática: O governo dos EUA passa a cobrar de Brasília ações muito mais agressivas. Se Washington achar que o Brasil não está combatendo os grupos direito, pode classificar o país como um “abrigo de terroristas”.
- Ações extremas: Embora analistas dos principais canais considerem uma invasão militar terrestre no Brasil muito improvável devido ao tamanho da economia do país, o risco teórico de operações cirúrgicas americanas contra alvos na América do Sul agora existe, como já ocorreu na Venezuela no começo do ano.
Divergência com o Governo Brasileiro
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tentou impedir essa classificação. Pela lei do Brasil, o PCC e o CV são vistos como crime organizado criminoso comum e não como terroristas, pois eles agem por dinheiro e poder econômico, e não por motivos políticos, religiosos ou ideológicos. Com a mudança dos EUA, o Brasil fica sob forte pressão política em pleno ano eleitoral.







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