• LULA REELEITO. E A VIDA SEGUE!

    Editorial
    Por JB Moura

    Uma campanha pobre de propostas, rica em acusações e marcada pela polarização. Um domingo de votação relativamente tranquilo, uma apuração embaraçosa e, ao final, Lula reeleito presidente da República.

    As urnas encerraram a disputa eleitoral, mas não resolveram os problemas do Brasil. O país continua enfrentando os mesmos desafios, as mesmas dificuldades e, sobretudo, a necessidade de encontrar caminhos que ultrapassem as conveniências partidárias.

    A eleição também deixou uma lição: quando a paixão política substitui a razão, o debate empobrece, as propostas desaparecem e o eleitor passa a defender candidatos como quem torce por um time de futebol.

    Lula venceu. Cabe-lhe governar, entregar resultados e compreender que foi eleito presidente de todos os brasileiros, inclusive daqueles que não votaram nele.

    Aos que perderam, cabe uma oposição firme, responsável e vigilante. Aceitar o resultado das urnas não significa abandonar convicções, renunciar a princípios ou silenciar diante dos erros de quem governa.

    A democracia não exige unanimidade. Exige respeito às regras, liberdade para discordar e responsabilidade para governar.

    Amanhã, o trabalhador continuará acordando cedo, o empresário enfrentará seus desafios, as famílias pagarão suas contas e milhões de brasileiros continuarão esperando soluções concretas.

    Porque, no fim das contas, eleições passam, governos passam, mas o Brasil permanece.

    Lula foi reeleito. A democracia segue. E a vida também!

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  • MUITA FUMAÇA, POUCO FOGO: O DEBATE E O VOTO JÁ DECIDIDO

    Editorial
    JB Moura

    Às vésperas das eleições, o debate presidencial expôs um fenômeno cada vez mais presente na política brasileira: candidatos falando para convencer e eleitores assistindo para confirmar aquilo em que já acreditam.

    O debate de ontem deixou uma questão no ar: quanto de tudo aquilo realmente ajudou o cidadão a decidir seu voto?

    Entre acusações, provocações e tentativas de constranger o adversário, as propostas acabaram perdendo espaço. Muita fumaça, pouco fogo. Levantaram-se suspeitas, produziram-se manchetes, mas nem sempre houve o mesmo empenho em apresentar provas, explicar soluções ou discutir os problemas concretos do país.

    Do outro lado da tela, um eleitorado profundamente dividido. Para muitos, a política assumiu a lógica das torcidas de futebol: o que vem do seu candidato merece aplausos; o que parte do adversário provoca rejeição. Pouco importa, às vezes, o conteúdo. Importa quem falou.

    E assim, o debate corre o risco de se transformar num espetáculo de pouca utilidade para a formação de uma opinião independente.

    É verdade que, tão perto das urnas, muitos eleitores já chegam com suas convicções consolidadas. Mas isso não significa que o debate seja inútil. A democracia ganha quando os candidatos precisam se expor, responder perguntas e revelar, ainda que parcialmente, suas ideias, atitudes e prioridades.

    O problema é que, há algum tempo, esses encontros parecem disputar mais a repercussão do dia seguinte do que a compreensão do cidadão.

    No fim, permanece uma inquietação: estamos assistindo aos debates para conhecer melhor os candidatos ou apenas para encontrar novas razões para continuar pensando exatamente como antes?

    Talvez essa seja a maior mudança na política contemporânea. O debate continua existindo, mas sua capacidade de produzir reflexão disputa espaço com a força das convicções previamente estabelecidas.

    A democracia precisa de debates. O eleitor precisa de respostas. E o Brasil precisa de muito mais do que um espetáculo de acusações.

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  • A MENOS DE 24 HORAS DAS URNAS, A ÚLTIMA PALAVRA SERÁ DO ELEITOR

    Editorial
    JB Moura

    Estamos a menos de 24 horas de um dos momentos mais decisivos da democracia: aquele em que o cidadão sai de casa e transforma sua vontade em voto.

    As pesquisas apresentam cenários, algumas convergem, outras divergem. Há questionamentos sobre métodos, resultados e interesses envolvidos. E não é difícil compreender a desconfiança de parte da população, especialmente diante de previsões eleitorais que, em outras ocasiões, não se confirmaram nas urnas.

    Mas há um detalhe que merece atenção: quando diferentes levantamentos apontam na mesma direção, essa convergência não pode simplesmente ser ignorada. Tampouco deve ser confundida com resultado definitivo.

    Pesquisa é fotografia. Urna é decisão.

    Amanhã, os números darão lugar aos votos. As projeções enfrentarão a realidade. E a vontade de milhões de brasileiros, expressa individualmente e em silêncio diante da urna, determinará os rumos do país.

    Por volta das 18 horas, dependendo do andamento da apuração, poderemos ter uma indicação consistente do resultado.

    Até lá, prudência nas certezas, serenidade nas escolhas e respeito à vontade popular.

    Porque eleição não se ganha nas pesquisas. Ganha-se nas urnas.

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  • Hoje: último debate presidenciáveis 2026; Confira como será o debate.

    O último debate presidencial do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acontece hoje, sexta-feira, 23 de outubro de 2026.

    Detalhes do Evento

    • Horário: 21h20 (horário de Brasília), logo após o Jornal Nacional.
    • Local: Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.
    • Mediação: Jornalista César Tralli.
    • Onde assistir: Ao vivo na TV Globo, no g1, na GloboNews e de forma completa no Globoplay. Após o debate, Renata Lo Prete comanda o Jornal da Globo com análises e entrevistas.

    Regras do Debate

    • Blocos: O encontro é dividido em quatro blocos.
    • Dinâmica:
      • 1º bloco: Seis rodadas com temas de diferentes regiões do país e um tema prioritário nacional (3 minutos por rodada divididos entre pergunta/resposta e réplica/tréplica).
      • 2º e 3º blocos: Escolha de temas apresentados no telão pelos candidatos.
      • 4º bloco: Tema livre, com 8 minutos de fala para cada candidato, sem limite de intervenções, seguido de 1 minuto e meio de considerações finais.
    • Movimentação: O candidato com a palavra pode circular livremente pelo cenário, enquanto o adversário deve permanecer no púlpito. Lula abre o debate por sorteio.
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  • Estratégias de 2026: Entre o escudo da transparência e a realidade do confronto.

    O jogo de xadrez no TSE revela como a exposição patrimonial virou a cartada final para blindar fraquezas e testar limites.

    Dizer que a política é a arte de gerenciar aparências nunca fez tanto sentido quanto nesta reta final do segundo turno. O movimento do presidente Lula ao condicionar sua ida ao debate à quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro pode ser lido como um movimento calculado de antecipação. Mirando em críticas latentes sobre o seu desenvolvimento em debates anteriores, o petista atirou com a arma da transparência voluntária, tentando criar um fato político que desviasse a atenção de suas vulnerabilidades programáticas. Ele jogou a vidraça no colo do adversário.

    Mas o erro de quem joga com ganchos morais é esquecer que o outro lado também sabe manusear o tabuleiro. Flávio Bolsonaro não recuou; ele topou o blefe e dobrou a aposta ao exigir que a devassa alcance o círculo íntimo e histórico do PT. O que a coligação governista carimbou como “manobra de distração” é, na verdade, o preço de se inflar uma narrativa: ela ganha vida própria.

    Esta rodada de discussões abre espaço para analisar as estratégias jurídicas e enxergar os candidatos como eles são, despidos dos escudos construídos por seus comitês. Resta saber se o cenário abrigará um debate sobre o futuro do Brasil ou se será o capítulo final de um espetáculo de desconfianças mútuas. E hoje resta-nos assistir ao embate político no último debate presidenciáveis 2026, na globo às 21:20.

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  • Contraste energético: Recordes na produção de energia esbarram em gargalos de distribuição e alto impacto no orçamento familiar.

    Enquanto o país limita geração por falta de linhas de transmissão, custo da conta de luz compromete parcela significativa do salário dos trabalhadores sob regime de CLT.

    O Brasil vive um paradoxo estrutural em seu setor elétrico. De um lado, o país atinge marcas históricas na capacidade de geração de energia limpa e renovável, impulsionada pelas matrizes eólica e solar, especialmente na região Nordeste. Por outro lado, a incapacidade de armazenar o excedente e as limitações físicas das linhas de transmissão fazem com que o sistema precise desperdiçar parte da energia que poderia ser injetada na rede um fenômeno técnico conhecido como curtailment ou corte de geração.

    O peso em quem trabalha.

    Apesar dessa abundância na produção, o reflexo nas despesas do cidadão comum aponta uma realidade inversa. Para os trabalhadores que atuam sob o regime de carteira assinada (CLT), o pagamento da fatura de energia elétrica tornou-se um dos componentes mais pesados do custo de vida. Em meses de alta tarifa, causados pela aplicação de bandeiras tarifárias ou por reajustes locais, o valor de uma única conta de luz pode comprometer mais de 10% do rendimento líquido de um salário mínimo ou de remunerações de base.

    Especialistas em economia do setor público apontam que o modelo de cobrança atual penaliza o consumidor final devido ao acúmulo de encargos setoriais, subsídios cruzados e impostos embutidos na tarifa, como o ICMS, o PIS e a COFINS. Esse arranjo tributário faz com que o custo final da energia no Brasil esteja entre os mais altos do mundo para o consumidor residencial, gerando debates intensos sobre a necessidade de reformas estruturais e modicidade tarifária para mitigar a desigualdade social.

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  • Detox digital: A urgência de afastar-se das telas e o exemplo do influenciador Felca no combate à fobia social.

    O excesso de conectividade e a dependência dos ambientes virtuais sobrecarregam a mente humana; buscar ajuda especializada é o primeiro passo para recuperar o bem-estar real.

    O bombardeio constante de notificações, a busca incessante por aprovação digital e o hábito de passar horas em frente aos smartphones têm cobrado um preço alto da saúde mental coletiva. A necessidade de desintoxicar a mente e estabelecer limites rígidos para o uso de telas deixou de ser apenas um conselho de bem-estar e tornou-se uma urgência médica. O excesso de estímulos virtuais satura o cérebro, eleva os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e, muitas vezes, atua como um gatilho ou agravante para distúrbios psicológicos severos, como a ansiedade generalizada e a fobia social.

    O debate sobre os impactos do isolamento digital ganhou um rosto público recentemente com o relato do influenciador e criador de conteúdo Felca. Conhecido por arrastar multidões nas redes sociais, ele surpreendeu o público ao compartilhar abertamente sua batalha contra a fobia social severa. Ao reconhecer que o confinamento e a superexposição ao universo das telas estavam paralisando sua vida real e intensificando o transtorno, o influenciador tomou a decisão madura de afastar-se temporariamente dos holofotes digitais e buscar ajuda profissional. O exemplo de Felca acende um alerta importante: se mesmo quem trabalha e vive da internet precisa pausar para se cuidar, o cidadão comum também deve policiar seus hábitos diários.

    Desconectar-se das telas é o caminho fundamental para reconectar-se com a própria essência. A desintoxicação mental exige a prática de atividades longe do ambiente digital, como o convívio presencial com a família, o contato com a natureza e momentos dedicados ao silêncio e ao autoconhecimento. Quando o indivíduo reconhece seus limites, diminui o tempo de tela e não hesita em buscar suporte psicológico ou psiquiátrico, ele quebra o ciclo da dependência virtual e retoma as rédeas da própria vida. No fim das contas, cuidar da mente é entender que o mundo real acontece lá fora, e não na palma da mão.

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  • Eleições 2026: Flávio Bolsonaro rebate desafio de Lula e envia ao TSE lista de familiares do petista para quebra de sigilo

    Campanha do PL aceita abertura de dados fiscais e bancários desde que medida inclua filhos, atual esposa e o círculo de ex-assessores de Lula.

    A disputa em torno da transparência patrimonial e das contas bancárias ganhou um novo capítulo jurídico na reta final do segundo turno das eleições presidenciais [civics]. Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condicionar sua ida ao último debate à quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PL), a coordenação jurídica da campanha do PL respondeu formalmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O parlamentar afirmou que aceita a quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telefônico, desde que haja reciprocidade ampliada para todo o círculo familiar e pessoas próximas do candidato petista.

    A manifestação da campanha de Flávio Bolsonaro ocorre após os advogados de Lula protocolarem uma petição disponibilizando os dados do ex-presidente, de sua esposa e de seus filhos. Em contrapartida, a defesa do PL contra-atacou exigindo que a quebra de sigilo não fique restrita apenas ao candidato à reeleição, mas que englobe uma lista detalhada de familiares e aliados históricos do PT, sob a justificativa de apurar a existência de supostos intermediários financeiros (“laranjas”).

    A lista de pessoas que a campanha do PL exige a inclusão imediata para a abertura de sigilos cruzados no TSE inclui:

    • Fábio Luis Lula da Silva (“Lulinha”): Filho do presidente Lula, alvo de menções em investigações anteriores da Polícia Federal sobre movimentações de empresas de tecnologia e consultoria.
    • Rosângela da Silva (“Janja”): Atual primeira-dama, cuja movimentação financeira também foi contestada pelo comitê adversário na proposta de devassa fiscal.
    • Sandro Luis Lula da Silva, Marcos Cláudio Lula da Silva e Luis Claudio Lula da Silva: Demais filhos e enteados do candidato petista que constam na petição de extensão protocolada pela oposição.
    • Ex-assessores e coordenadores financeiros: Nomes vinculados à tesouraria das campanhas anteriores e do comitê atual, sob suspeita de gerenciar recursos paralelos.

    Do outro lado, a defesa da coligação governista alega que os dados da família de Lula já foram voluntariamente colocados à disposição da Justiça Eleitoral e contesta o que classifica como “manobra de distração” da campanha do PL. Com o debate da TV Globo agendado para a próxima sexta-feira (23), o impasse jurídico sobre a abertura mútua dos dados dita o ritmo dos bastidores políticos a cinco dias do pleito.

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  • Capital do Seridó Oriental: Currais Novos consolida liderança econômica através do comércio, transição energética e serviços de saúde

    Impulsionado por investimentos em energia renovável e mineração, município se firma como polo de atendimento médico para o interior potiguar.

    Localizado no coração do Rio Grande do Norte, o município de Currais Novos se destaca como um dos principais motores socioeconômicos da região do Seridó. Conhecida historicamente por sua forte ligação com a mineração e a agropecuária, a cidade passa por um ciclo de modernização que atrai investimentos, gera empregos e impulsiona o comércio local, consolidando sua posição como a “Capital do Seridó Oriental”.

    O grande diferencial econômico de Currais Novos nos últimos anos tem sido a sua inserção na rota global da transição energética. O município e as cidades vizinhas receberam grandes complexos de energia eólica e solar, transformando a paisagem local e criando uma demanda sem precedentes por mão de obra técnica e serviços especializados. Aliado a isso, a retomada estratégica do setor de mineração e a força de um comércio varejista vibrante, que atende a dezenas de municípios vizinhos garantem uma circulação financeira robusta no município, refletindo diretamente nos índices de desenvolvimento local.

    Paralelamente ao avanço industrial, Currais Novos desponta como um verdadeiro polo de referência no setor de serviços e atendimento na área de saúde. O município concentra uma infraestrutura médica e hospitalar que atende não apenas a população local, mas se tornou a principal rede de suporte para dezenas de cidades circunvizinhas [local, health]. Clínicas especializadas, laboratórios e centros de atendimento de alta resolutividade transformaram a cidade em um porto seguro para quem busca cuidados médicos no Seridó, movimentando a economia através do turismo de saúde.

    Para além dos números econômicos, Currais Novos pulsa cultura e tradição. O turismo de eventos e a valorização do patrimônio histórico-cultural, como as festividades da tradicional Festa de Sant’Ana e as belezas naturais que integram o Geoparque Seridó (reconhecido pela UNESCO), colocam a cidade no mapa do turismo nacional. Com uma infraestrutura urbana em constante expansão e um povo acolhedor, Currais Novos reafirma diariamente o seu papel de liderança regional, unindo tradição e progresso para construir o futuro do interior potiguar.

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  • Mercado de Trabalho 2027: Confira as profissões em alta e os salários projetados para o RN e o Brasil.

    Guia Salarial aponta cargos com ganhos de até R$ 93 mil no país; no Rio Grande do Norte, a força das energias limpas, mineração e varejo ditam as contratações.

    O mercado de trabalho para o ano de 2027 já começa a desenhar suas principais tendências de contratação e remuneração. Novas projeções baseadas no Guia Salarial 2027 da consultoria Robert Half revelam que as transformações digitais e as mudanças legislativas, como a implementação da Reforma Tributária vão ditar os cargos mais disputados e bem pagos do país. No topo da pirâmide nacional, cargos executivos como o de Diretor Financeiro (CFO) em grandes empresas lideram as projeções, alcançando vencimentos de até R$ 93.550 por mês.

    Para além das vagas executivas tradicionais localizadas nos grandes centros, o mercado exige uma forte especialização técnica. Áreas como Tecnologia da Informação (TI), Engenharia e Finanças registram alta procura por profissionais voltados à análise de dados, inteligência artificial e compliance. Um Analista de Dados e BI de nível pleno, por exemplo, tem teto salarial nacional projetado na casa dos R$ 15 mil a R$ 18 mil, enquanto engenheiros de processos e de produção veem suas remunerações valorizadas pela busca de eficiência industrial.

    O Cenário no Rio Grande do Norte e Região

    No recorte local, o Rio Grande do Norte apresenta uma dinâmica econômica diretamente associada às suas potencialidades naturais e industriais. De acordo com dados do Mapa do Trabalho Industrial do SENAI RN, os setores de Energia Renovável (eólica e solar), Mineração, Alimentos e Bebidas, e Logística concentrarão a maior demanda por mão de obra qualificada no estado nos próximos anos.

    A transição energética consolidou o RN como polo de atração para engenheiros de energia verde e técnicos em automação industrial, cujos salários regionais variam de R$ 3.500 (nível técnico inicial) a mais de R$ 12.000 (engenheiros seniores). Na mineração e no setor de alimentos, o cargo de Gerente de Operações e Processos registra forte apelo com salários médios estaduais entre R$ 8.000 e R$ 15.000. Por fim, o aquecimento do varejo e das distribuidoras regionais eleva a busca por Analistas Fiscais/Tributários (com salários de R$ 4.000 a R$ 7.500) para responder às mudanças tributárias, além de profissionais de Logística (com ganhos de R$ 3.500 a R$ 6.000 para níveis de supervisão).

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João Batista de Moura

Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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