• Conhecimento que Transforma: Plataforma de cursos online GRATUITOS da FGV abre portas para o crescimento profissional

    Em um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, investir em qualificação de excelência tornou-se o caminho mais seguro para alcançar o sucesso. Para quem busca dar um salto na carreira de forma prática, a plataforma de cursos online da Fundação Getulio Vargas (FGV) surge como uma aliada poderosa, conectando estudantes de todo o país ao conhecimento de ponta com a flexibilidade que a rotina moderna exige.

    Estudar a distância na FGV é ter acesso a um ecossistema digital completo, projetado para oferecer uma experiência de aprendizagem interativa e focada nas reais demandas do mercado corporativo. Seja para quem deseja uma promoção no emprego atual, para quem busca transição de carreira ou mesmo para quem quer empreender, os cursos online da instituição oferecem trilhas que transformam esforço em resultados práticos e reconhecimento imediato.

    O grande diferencial desse formato é dar ao estudante o controle total do seu tempo. É possível assistir às aulas no intervalo do trabalho, no transporte ou no conforto do lar, adaptando o aprendizado ao seu próprio ritmo. Mais do que adquirir um certificado com o peso de uma das maiores grifes educacionais do Brasil, o aluno FGV desenvolve habilidades cruciais para o novo mercado e expande sua rede de possibilidades.

    Incentivo ao Futuro
    O primeiro passo para mudar de vida é a decisão de começar. Especialistas em recursos humanos são categóricos: profissionais que se mantêm em constante aprendizado não apenas conquistam as melhores vagas, mas também conquistam autonomia e estabilidade. A plataforma da FGV prova que a distância geográfica não é mais uma barreira para quem tem o desejo de crescer. O futuro pertence a quem se prepara hoje, e o conhecimento é o único investimento que gera retornos para a vida inteira.

    Fácil e muito dinâmico

    A Plataforma de Cursos Gratuitos da FGV disponibiliza mais de 200 opções online. O catálogo é dinâmico, autoinstrucional (você faz no seu ritmo) e as qualificações de curta duração abrangem 10 áreas de conhecimento.

    Confira algumas opções:

    1. Tecnologia e Inteligência Artificial (Grandes Tendências)

    Ideais para quem deseja dominar as principais ferramentas de inovação do mercado:

    • Fundamentos da Inteligência Artificial: Introdução aos conceitos e impactos da IA nos negócios.
    • Engenharia de Prompt: Focado em ensinar o uso estratégico e prático de modelos de linguagem para otimizar o tempo e criar planejamentos.
    • Introdução à Ciência de Dados: Essencial para aprender a ler e interpretar dados voltados para tomadas de decisão.

    2. Economia, Finanças e Investimentos

    Excelente para profissionais de qualquer área e também para quem quer cuidar melhor das finanças pessoais:

    • Fundamentos de Finanças Corporativas: Conceitos fundamentais para entender a manutenção e o crescimento de empresas.
    • Educação Financeira: Planejamento financeiro básico para o dia a dia.
    • Como Fazer Investimentos: Introdução ao mercado financeiro e renda fixa/variável.

    3. Estratégia, Negócios e Projetos

    Para quem quer assumir cargos de gestão, liderança ou otimizar processos em empresas:

    • Gerenciando Projetos e Produtos com Scrum: Metodologias ágeis aplicadas à rotina corporativa moderna.
    • Empreendedorismo para o Mercado Financeiro: Técnicas de negócios aplicadas ao setor.
    • Gestão Estratégica de Carbono: Focado em sustentabilidade corporativa, uma área que cresce muito no mercado.

    4. Liderança, Pessoas e Competências Emocionais

    Perfeito para o desenvolvimento de habilidades comportamentais (as famosas soft skills):

    • Inteligência Emocional e Resiliência: Como lidar com desafios e pressões cotidianas nas organizações.
    • Gestão da Diversidade e Inclusão: Políticas inclusivas em ambientes profissionais modernos.

    5. Direito e Administração Pública

    Qualificações focadas nas dinâmicas de consumo e políticas de gestão pública:

    • Direito do Consumidor: Direitos básicos e relações de consumo em ambientes tradicionais e e-commerce.
    • Ferramentas de Mensuração dos Impactos de Políticas Públicas: Para entender os impactos das decisões governamentais na sociedade.

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  • Banco Bradesco fecha agências por todo o país.

    O Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte (SEEB/RN) vem realizando manifestações recorrentes para denunciar o enxugamento da estrutura física do banco no estado. O plano corporativo foca na desativação de caixas físicos em unidades populares ou na conversão de agências tradicionais em “unidades de negócios” simplificadas (sem circulação de dinheiro em espécie).

    • Unidades Fechadas ou Desativadas para o Público Geral: Uma das maiores polêmicas apontadas pelo sindicato ocorreu na capital, Natal, onde agências com atendimento popular foram severamente restringidas ou incorporadas, restando apenas uma única agência tradicional na cidade com a estrutura completa de caixas físicos para o público em geral. No interior, municípios de médio porte também perderam suas sedes convencionais, como a agência de São José de Mipibu, que teve as atividades encerradas.
    • Unidades com Fechamento Previsto ou em Processo de Unificação: O Bradesco projeta desativar ou converter entre 600 e 700 agências no país. No Rio Grande do Norte, o banco estuda centralizar contas de clientes de municípios adjacentes da Grande Natal (como Ceará-Mirim e Parnamirim) e de cidades do interior (regiões do Seridó e Oeste Potiguar), migrando as carteiras para polos centrais ou convertendo os prédios remanescentes em escritórios exclusivos para atendimento de alta renda e empresas.

    Balanço Financeiro: Lucro em Alta

    Diferente do que muitos usuários imaginam, o fechamento das portas não indica crise financeira. O Bradesco registrou um lucro líquido de R$ 6,811 bilhões apenas no primeiro trimestre, representando um crescimento anual sólido de 16,1%. O banco fechou o ano anterior acumulando um lucro expressivo de R$ 24,652 bilhões. A eliminação de estruturas de concreto visa justamente elevar a rentabilidade e cortar gastos operacionais pesados.

    O Principal Perfil dos Clientes Afetados

    Historicamente, o Bradesco possui uma das bases mais volumosas de clientes de baixa renda, aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos, perfil herdado pela forte capilaridade que o banco detinha no interior do país.

    Com a concorrência acirrada das fintechs (bancos digitais) que oferecem tarifas gratuitas, a receita com serviços tradicionais dessas contas populares caiu. A reestruturação atual foca em transferir o cliente comum de varejo para o autoatendimento por aplicativo no celular. Ao mesmo tempo, as agências físicas que permanecem abertas passam por reformas para focar em um perfil de alta renda (clientes Prime) e grandes empresas, que geram maior margem de lucro por meio de investimentos e linhas de crédito corporativas.

    Ainda há Atendimento via Correios?

    Não nos moldes antigos. O clássico contrato de exclusividade do “Banco Postal”, que permitia ao Bradesco operar serviços bancários completos, saques e depósitos dentro de todas as agências dos Correios, não existe mais.

    Atualmente, o Bradesco utiliza uma estrutura descentralizada própria chamada Bradesco Expresso. Trata-se de uma rede de correspondentes bancários instalada diretamente em estabelecimentos comerciais parceiros locais, como mercadinhos, padarias e farmácias das próprias cidades do interior. Nessas unidades privadas credenciadas, os clientes conseguem realizar operações básicas de varejo, como pagamento de boletos e saques limitados, tentando suprir a ausência das agências físicas tradicionais que foram desativadas.

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  • Crise Fiscal: Governo projeta prejuízo recorde de R$ 10 bilhões para os Correios em 2026

    Os Correios devem fechar o ano com o pior resultado financeiro de sua história. De acordo com projeções do Ministério da Fazenda e da própria diretoria da estatal, o rombo acumulado nas contas da companhia deve atingir a marca de R$ 10 bilhões, intensificando a pressão por cortes de gastos e parcerias com a iniciativa privada.

    A confirmação do cenário de severa deterioração fiscal ocorre após a divulgação do balanço auditado do primeiro trimestre. Entre janeiro e março, os Correios registraram um prejuízo líquido de R$ 3,158 bilhões — um salto de 82% em comparação ao mesmo intervalo do ano passado, quando as perdas somaram R$ 1,725 bilhão. Com este resultado, a empresa pública acumula uma sequência de 14 trimestres consecutivos operando no vermelho.

    Segundo os relatórios contábeis, o déficit histórico é pressionado principalmente por despesas bilionárias com precatórios e obrigações de processos judiciais antigos, além do reconhecimento de provisões trabalhistas que consumiram mais de R$ 1 bilhão apenas no início do ano. Outro fator estrutural é o custo fixo elevado para manter a universalização do serviço postal, obrigando a estatal a operar rotas deficitárias em regiões isoladas do país onde empresas privadas de logística não atuam.

    Para estancar a crise, a nova gestão apresentou um plano de reestruturação que envolve a captação de empréstimos, cortes em despesas administrativas, venda de imóveis ociosos e a formatação de joint ventures para serviços específicos, como armazenamento e transporte. A meta da equipe econômica é mitigar as perdas atuais para buscar o equilíbrio fiscal a partir de 2027.

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  • Fuga de Capital: Investidores estrangeiros retiram R$ 28 bilhões da Bolsa brasileira em 2026

    O mercado financeiro nacional fechou o primeiro semestre sob forte pressão externa. Atraídos pelos juros elevados nos Estados Unidos e assustados com as incertezas fiscais domésticas, os investidores estrangeiros retiraram R$ 28,1 bilhões da Bolsa de Valores brasileira (B3) entre janeiro e junho, registrando o pior resultado para o período desde a pandemia de 2020.

    A debandada bilionária acendeu o sinal de alerta entre economistas e gestores de fundos de investimento. O principal gatilho para a desconfiança dos grandes fundos globais reside no ceticismo quanto à capacidade do governo federal em equilibrar as contas públicas. Ruídos políticos sobre o cumprimento das metas de déficit zero e a falta de anúncios concretos para o corte de despesas estruturais aumentaram a percepção de risco país, afugentando o capital estrangeiro que busca previsibilidade.

    Somado ao cenário interno, a política monetária norte-americana exerceu um forte papel de atração. Com os títulos do Tesouro dos Estados Unidos operando com taxas de rendimento elevadas, o fluxo de liquidez global naturalmente migrou de mercados emergentes para a segurança da economia americana. Como consequência direta dessa saída em massa de divisas, o dólar comercial registrou sucessivas altas no câmbio local, encarecendo insumos importados e limitando o espaço para reduções mais agressivas na taxa básica de juros (Selic).

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  • Alerta Econômico: Fechamento da fábrica da Michelin expõe os perigos da invasão de importados no Brasil.

    O encerramento definitivo das atividades industriais da fábrica da Michelin em Guarulhos (SP) acendeu um sinal de alerta vermelho sobre a perda de competitividade da indústria nacional. Mais do que uma simples reestruturação, o caso escancara o impacto prejudicial da entrada massiva de produtos asiáticos subfaturados que inundam o mercado brasileiro, minando as empresas locais sem gerar um único posto de trabalho no país.

    Em nota oficial sobre o fechamento da unidade, a multinacional de pneus apontou a supercapacidade e a invasão de componentes importados como os principais motivos para a inviabilidade da planta. Especialistas do setor explicam que esses produtos, vindos majoritariamente da Ásia, chegam ao comércio brasileiro com preços abaixo do custo de fabricação nacional. O grande prejuízo social dessa dinâmica é que, enquanto a indústria instalada no Brasil investe, paga impostos e contrata trabalhadores locais, as importações predatórias apenas transferem a riqueza nacional para fora, deixando um rastro de desemprego.

    O cenário se torna ainda mais desigual quando analisado o contraponto geopolítico de mercados como o da China. Enquanto o Brasil mantém suas fronteiras comerciais abertas a esses produtos de baixo custo, o governo chinês adota barreiras comerciais severas e políticas altamente protecionistas. Pequim limita rigidamente a entrada de manufaturados brasileiros, impondo restrições técnicas, burocráticas e tarifárias que blindam o mercado interno deles contra a concorrência externa.

    Essa assimetria cria uma via de mão única perigosa para a economia brasileira: o país consome o que é produzido lá fora — destruindo as próprias fábricas —, mas é impedido de vender seus produtos de valor agregado para os mercados que mais crescem no mundo. O fechamento da fábrica de Guarulhos é o reflexo prático de um mercado global desequilibrado, onde a falta de proteção à produção nacional custa milhares de empregos aos trabalhadores brasileiros.

    Enquanto alguns portais de notícias alarmam, ou declaram a informação como fake, checamos os fatos e NÃO a empresa não saiu do Brasil, mas precisou fazer uma restruturação por concorrência com produtos que não empregam no nosso país, e nossos produtos sofrem sansões e bloqueios dos mesmos países que prejudicam nossa indústria.

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  • Oportunidade: IVP Currais Novos abre matrículas para o Curso Técnico Gratuito em Edificações

    Estão abertas as inscrições para uma nova turma do Curso Técnico em Edificações no Instituto Vivaldo Pereira (IVP), em Currais Novos. A capacitação é voltada para quem já concluiu o Ensino Médio e busca entrar rapidamente no mercado da construção civil, um dos setores que mais gera empregos na região do Seridó.

    O curso é totalmente gratuito e as aulas acontecem de forma presencial no turno da noite (das 19h às 22h), uma excelente alternativa para quem precisa conciliar os estudos com o trabalho durante o dia. Com duração de apenas um ano e meio (três semestres), a formação prepara o estudante para atuar no planejamento, orçamento e acompanhamento de obras, além da leitura e desenho de projetos arquitetônicos em parceria com engenheiros e arquitetos.

    Para esta nova turma, o IVP disponibilizou um total de 40 vagas imediatas. Como as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição, a recomendação é que os interessados não deixem para a última hora.

    Como se inscrever:
    O processo é simples e dividido em duas etapas. Primeiro, o candidato deve acessar o portal oficial do SIGEduc RN para fazer a reserva online da vaga. Após a confirmação no sistema, é necessário comparecer presencialmente à secretaria do IVP, em Currais Novos, munido dos documentos pessoais e do comprovante de conclusão do Ensino Médio para efetivar a matrícula.

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  • O cérebro só aprende quando encontra sentido’: Uma entrevista exclusiva com o neuropsicopedagogo Rafael Batista pós-ExpoEduc.

    O Congresso ExpoEduc 2026 acabou de acontecer em Natal (entre os dias 23 e 25 de julho), no Centro de Convenções, com o tema central do evento deste ano foi “Escola pra quê? Construindo uma escola que supera os desafios da Educação 2030”, e o Rafael Batista (que é neuropsicopedagogo clínico) palestrou na Arena SEBRAE sobre o tema “Neuroanatomia da Aprendizagem: de dentro para fora”

    Quem é Rafael Batista?

    O entrevistamos sobre sua participação em um evento tão importante não só para a educação, mas para a transformação dos participantes e daqueles que serão indiretamente atendidos. Confira!

    Rafael de Medeiros Batista

    • Professor
    • Palestrante
    • Neuropsicopedagogo clínico e institucional
    • Especialista em Autismo
    • Especialista em Educação Especial
    • Mestrando em Neurociência

    Foto: Eduardo Silva

    Rafael, a ExpoEduc em Natal acaba de se consolidar como um marco histórico para o Norte-Nordeste. Como foi para você a experiência de palestrar na Arena SEBRAE e qual o principal sentimento que você traz de volta na bagagem?

    A Expoeduc é ainda maior do que imaginamos, está na 9ª edição, mas já atingiu o patamar de um dos maiores congressos em educação de todo o Brasil. A sensação que tive ao ser convidado a palestrar no evento foi de realização de um caminho trilhado com dedicação. A honra em fazer parte deste evento é enorme e na bagagem trago mais conhecimento, sensação de dever cumprido e a expectativa de alçar novos vôos.

    O tema central do congresso este ano nos provoca com a pergunta: “Escola pra quê?”. Sob a ótica da psicopedagogia e da neurociência, qual é a resposta que o mercado educacional precisa dar para construir essa escola que mira as metas de 2030?

    A temática Escola, pra quê? é muito pertinente e instigante ao mesmo tempo. A educação brasileira precisa compreender que deve existir um equilíbrio entre metodologias e acolhimento. Não há aprendizagem sem afetividade, e não sou eu quem afirma isso, é a neurociência. A neuropsicopedagogia nunca esteve tão em alta e é meu papel e papel de eventos como a Expoeduc difundir conhecimento científico e alinhado às novas tendências.

    Nos corredores e debates do evento, falou-se muito sobre inovação, tecnologia e relações humanas. Quais foram os maiores desafios relatados pelos educadores e gestores que você conheceu nesses três dias em Natal? Ou sua visão sobre os desafios em sua experiência no dia a dia.

    O maior desafio está exatamente em alinhar e equilibrar o uso das tecnologias e não deixar de lado a afetividade, a aproximação entre aluno e professor. Porém, acredito que existem ainda outros obstáculos que impedem um crescimento ainda maior nos índices da aprendizagem: o excesso. Aprendi, ao longo dos anos de carreira, que o excesso é sempre prejudicial. O excesso de estudos, sem uma rotina de lazer e sono, é prejudicial. O excesso de telas, sem rotina de estudos e tarefas, também é prejudicial. O excesso é o maior obstáculo dessa geração.

    O Tema da Palestra – Na sua palestra, você abordou a “Neuroanatomia da Aprendizagem: de dentro para fora”. Para quem não pôde assistir, o que significa, na prática, entender a anatomia do cérebro no processo de ensino-aprendizagem?

    A minha temática precisa ser levada em consideração por todos que fazem a educação: do porteiro ao gestor escolar. Entender o ritmo – não o tempo, mas o ritmo – do estudante é essencial. Saber suas limitações, compreender o seu processamento de informações e descobrir suas potencialidades, isso faz toda a diferença na prática. Nem sempre a dificuldade de aprender é “preguiça”, mas nem toda desatenção é um transtorno. Torno a falar, o excesso é prejudicial.

    Você costuma defender que “o cérebro aprende quando encontra sentido”. De que forma o professor em sala de aula pode ativar as áreas cerebrais certas para fazer o aluno se engajar com o conteúdo, fugindo da mera decoreba?

    Na minha palestra, apresentei 3 tópicos muito significativos para mim, na jornada como professor, e agora, ainda mais, como neuropsicopedagogo e mestrando em neurociências. Aprendizagem se dá com ATENÇÃO, esse é um dos primeiros passos para se reter conhecimentos. Também através de REPETIÇÃO, pois as novas informações devem ser reproduzidas, igualmente aprendemos a falar, através da repetição. No entanto, além disso, a aprendizagem se dá pela AFETIVIDADE, de nada adianta cobrar dos estudantes a “decoreba”, sem que o mesmo consiga sentir afetividade, sentimento, sentido e significado no aprender. A rotina de sala de aula nem sempre permite ao professor mostrar significado do aprender, pois os índices e metas a serem cumpridos tira um pouco da magia do aprendizado. É preciso dar sentido às coisas, inclusive ao aprendizado.

    Pensando nas dificuldades de aprendizagem que as crianças enfrentam hoje, como o conhecimento neuroanatômico ajuda a diferenciar uma simples falta de atenção de um transtorno real (como o TDAH ou a dislexia)?

    Hoje em dia, estamos vivendo uma onda de diagnósticos e culpas. Não se busca mais “ajudar”, a preocupação atual é “culpabilizar”. Muitos professores, pais e responsáveis estão preocupados em achar no TDAH ou outro transtorno a explicação para uma dificuldade de aprender. Nem sempre é isso, muitas das vezes é apenas falta de rotina, previsibilidade e diretrizes. A ROTINA auxiliar no processo de hábitos, inclusive rotinas de sono, alimentação sem telas, atividades físicas regulares e também o tempo de exposição às telas. A PREVISIBILIDADE ajuda no controle do tempo ocioso, embora o ócio também seja produtivo, em algumas situações. Já as DIRETRIZES devem existir para que o aluno saiba lidar com figuras de autoridade, respeitando pais e professores. O equilíbrio entre esses três pilares ajuda e muito no descarte de qualquer transtorno de aprendizagem. Nem sempre é transtorno, muitas vezes é falta de rotinas.

    O que os pais podem fazer para contribuir com o ensino, visto que a realidade enfrentada por eles foi bem diferente dos filhos?

    Os pais devem, não falo apenas que podem, mas devem, de obrigação, participar da vida escolar dos filhos. Não apenas pagar escola, pagar reforço escolar ou ofertar materiais de boa qualidade. Falo de estar presente, de se fazer presente. Os pais devem contribuir mostrando aos filhos a importância de uma boa educação e escolarização, criando rotinas flexíveis de estudos em casa, não apenas na escola, perguntando aos filhos como foi o dia na escola, visitando a escola para saber das dificuldades do filho, sendo presentes e participantes. Acredito fielmente que o que mais tem prejudicado o processo de aprendizagem e evolução dessa geração é o afastamento ou substituição das obrigatoriedades da família como base para uma aprendizagem significativa. Falo isso em respeito e honra aos meus pais que, desde pequeno, sempre me incentivaram a buscar, através dos estudos, a realização dos meus sonhos, em especial à figura da minha mãe que me mostrou por exemplo e rotina.

    Nós do Portal JBmoura.com agradecemos ao grande profissional que se propôs a nos responder tão prontamente nossa entrevista, é de fato um tema muito pertinente e transformador.

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    1. Alerta El Niño: Como a alimentação pode fortalecer sua imunidade contra a dengue e a chikungunya

      O avanço de anomalias climáticas ligadas ao El Niño tem colocado as autoridades de saúde em alerta máximo para o aumento de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Diante desse cenário, médicos e nutricionistas reforçam que, além de eliminar a água parada, fortalecer o sistema imunológico por meio da alimentação correta e saber quais ingredientes evitar em caso de suspeita são as melhores armas para enfrentar a dengue e a chikungunya.

      Embora nenhuma dieta impeça a infecção pelo vírus, um corpo bem nutrido responde de forma muito mais rápida e eficaz aos sintomas severos, como dores articulares profundas e fadiga extrema. Para blindar as defesas, os especialistas recomendam priorizar alimentos ricos em Vitamina C (como a acerola, o caju e a laranja) e vegetais de folhas verdes escuras (brócolis e espinafre), que são excelentes fontes de ferro e ácido fólico, auxiliando diretamente na produção de glóbulos vermelhos e plaquetas.

      Outro aliado indispensável é a hidratação mineral intensa. A ingestão constante de água de coco e sucos naturais ajuda a manter o equilíbrio eletrolítico do organismo, evitando o agravamento do quadro por desidratação — que é o maior perigo infeccioso da dengue. O uso de temperos naturais com propriedades anti-inflamatórias, como o açafrão (cúrcuma), também contribui para amenizar as dores no corpo causadas pela chikungunya.

      Atenção ao perigo: O que riscar do cardápio sob suspeita


      Caso o paciente apresente febre alta, manchas vermelhas ou dores no corpo, a recomendação muda drasticamente. É preciso evitar rigorosamente alimentos ricos em salicilatos e aqueles com ação antitrombótica natural. Essas substâncias agem de forma semelhante à aspirina, afinando o sangue e retardando a coagulação, o que pode agravar quadros hemorrágicos em caso de dengue.

      De acordo com diretrizes de nutrição clínica, devem ser suspensos temporariamente:

      • Frutas e legumes específicos: Maçã, morango, uva, ameixa, tangerina, limão, melão, tomate e pepino.
      • Temperos e tubérculos de ação potente: Alho, cebola, gengibre e pimenta.
      • Bebidas prejudiciais: Água tônica (que contém quinino, substância que pode reduzir plaquetas), café, chás pretos e refrigerantes (que aceleram a desidratação).
      • Alimentos pesados: Ultraprocessados e frituras, que sobrecarregam o fígado e dificultam a digestão.

      Ao menor sinal de sintomas, a automedicação nunca deve ser feita e a busca por orientação em uma unidade de saúde é obrigatória.

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    João Batista de Moura

    Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

    São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

    Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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