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Leia mais →: Fuga de Capital: Investidores estrangeiros retiram R$ 28 bilhões da Bolsa brasileira em 2026O mercado financeiro nacional fechou o primeiro semestre sob forte pressão externa. Atraídos pelos juros elevados nos Estados Unidos e assustados com as incertezas fiscais domésticas, os investidores estrangeiros retiraram R$ 28,1 bilhões da Bolsa de Valores brasileira (B3) entre janeiro e junho, registrando o pior resultado para o período desde a pandemia de 2020.
A debandada bilionária acendeu o sinal de alerta entre economistas e gestores de fundos de investimento. O principal gatilho para a desconfiança dos grandes fundos globais reside no ceticismo quanto à capacidade do governo federal em equilibrar as contas públicas. Ruídos políticos sobre o cumprimento das metas de déficit zero e a falta de anúncios concretos para o corte de despesas estruturais aumentaram a percepção de risco país, afugentando o capital estrangeiro que busca previsibilidade.
Somado ao cenário interno, a política monetária norte-americana exerceu um forte papel de atração. Com os títulos do Tesouro dos Estados Unidos operando com taxas de rendimento elevadas, o fluxo de liquidez global naturalmente migrou de mercados emergentes para a segurança da economia americana. Como consequência direta dessa saída em massa de divisas, o dólar comercial registrou sucessivas altas no câmbio local, encarecendo insumos importados e limitando o espaço para reduções mais agressivas na taxa básica de juros (Selic).
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Leia mais →: Alerta Econômico: Fechamento da fábrica da Michelin expõe os perigos da invasão de importados no Brasil.O encerramento definitivo das atividades industriais da fábrica da Michelin em Guarulhos (SP) acendeu um sinal de alerta vermelho sobre a perda de competitividade da indústria nacional. Mais do que uma simples reestruturação, o caso escancara o impacto prejudicial da entrada massiva de produtos asiáticos subfaturados que inundam o mercado brasileiro, minando as empresas locais sem gerar um único posto de trabalho no país.
Em nota oficial sobre o fechamento da unidade, a multinacional de pneus apontou a supercapacidade e a invasão de componentes importados como os principais motivos para a inviabilidade da planta. Especialistas do setor explicam que esses produtos, vindos majoritariamente da Ásia, chegam ao comércio brasileiro com preços abaixo do custo de fabricação nacional. O grande prejuízo social dessa dinâmica é que, enquanto a indústria instalada no Brasil investe, paga impostos e contrata trabalhadores locais, as importações predatórias apenas transferem a riqueza nacional para fora, deixando um rastro de desemprego.
O cenário se torna ainda mais desigual quando analisado o contraponto geopolítico de mercados como o da China. Enquanto o Brasil mantém suas fronteiras comerciais abertas a esses produtos de baixo custo, o governo chinês adota barreiras comerciais severas e políticas altamente protecionistas. Pequim limita rigidamente a entrada de manufaturados brasileiros, impondo restrições técnicas, burocráticas e tarifárias que blindam o mercado interno deles contra a concorrência externa.
Essa assimetria cria uma via de mão única perigosa para a economia brasileira: o país consome o que é produzido lá fora — destruindo as próprias fábricas —, mas é impedido de vender seus produtos de valor agregado para os mercados que mais crescem no mundo. O fechamento da fábrica de Guarulhos é o reflexo prático de um mercado global desequilibrado, onde a falta de proteção à produção nacional custa milhares de empregos aos trabalhadores brasileiros.
Enquanto alguns portais de notícias alarmam, ou declaram a informação como fake, checamos os fatos e NÃO a empresa não saiu do Brasil, mas precisou fazer uma restruturação por concorrência com produtos que não empregam no nosso país, e nossos produtos sofrem sansões e bloqueios dos mesmos países que prejudicam nossa indústria.
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Leia mais →: Oportunidade: IVP Currais Novos abre matrículas para o Curso Técnico Gratuito em EdificaçõesEstão abertas as inscrições para uma nova turma do Curso Técnico em Edificações no Instituto Vivaldo Pereira (IVP), em Currais Novos. A capacitação é voltada para quem já concluiu o Ensino Médio e busca entrar rapidamente no mercado da construção civil, um dos setores que mais gera empregos na região do Seridó.
O curso é totalmente gratuito e as aulas acontecem de forma presencial no turno da noite (das 19h às 22h), uma excelente alternativa para quem precisa conciliar os estudos com o trabalho durante o dia. Com duração de apenas um ano e meio (três semestres), a formação prepara o estudante para atuar no planejamento, orçamento e acompanhamento de obras, além da leitura e desenho de projetos arquitetônicos em parceria com engenheiros e arquitetos.
Para esta nova turma, o IVP disponibilizou um total de 40 vagas imediatas. Como as vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição, a recomendação é que os interessados não deixem para a última hora.
Como se inscrever:
O processo é simples e dividido em duas etapas. Primeiro, o candidato deve acessar o portal oficial do SIGEduc RN para fazer a reserva online da vaga. Após a confirmação no sistema, é necessário comparecer presencialmente à secretaria do IVP, em Currais Novos, munido dos documentos pessoais e do comprovante de conclusão do Ensino Médio para efetivar a matrícula. -
Leia mais →: O cérebro só aprende quando encontra sentido’: Uma entrevista exclusiva com o neuropsicopedagogo Rafael Batista pós-ExpoEduc.O Congresso ExpoEduc 2026 acabou de acontecer em Natal (entre os dias 23 e 25 de julho), no Centro de Convenções, com o tema central do evento deste ano foi “Escola pra quê? Construindo uma escola que supera os desafios da Educação 2030”, e o Rafael Batista (que é neuropsicopedagogo clínico) palestrou na Arena SEBRAE sobre o tema “Neuroanatomia da Aprendizagem: de dentro para fora”
Quem é Rafael Batista?
O entrevistamos sobre sua participação em um evento tão importante não só para a educação, mas para a transformação dos participantes e daqueles que serão indiretamente atendidos. Confira!

Rafael de Medeiros Batista
- Professor
- Palestrante
- Neuropsicopedagogo clínico e institucional
- Especialista em Autismo
- Especialista em Educação Especial
- Mestrando em Neurociência
Foto: Eduardo Silva
Rafael, a ExpoEduc em Natal acaba de se consolidar como um marco histórico para o Norte-Nordeste. Como foi para você a experiência de palestrar na Arena SEBRAE e qual o principal sentimento que você traz de volta na bagagem?
A Expoeduc é ainda maior do que imaginamos, está na 9ª edição, mas já atingiu o patamar de um dos maiores congressos em educação de todo o Brasil. A sensação que tive ao ser convidado a palestrar no evento foi de realização de um caminho trilhado com dedicação. A honra em fazer parte deste evento é enorme e na bagagem trago mais conhecimento, sensação de dever cumprido e a expectativa de alçar novos vôos.

O tema central do congresso este ano nos provoca com a pergunta: “Escola pra quê?”. Sob a ótica da psicopedagogia e da neurociência, qual é a resposta que o mercado educacional precisa dar para construir essa escola que mira as metas de 2030?
A temática Escola, pra quê? é muito pertinente e instigante ao mesmo tempo. A educação brasileira precisa compreender que deve existir um equilíbrio entre metodologias e acolhimento. Não há aprendizagem sem afetividade, e não sou eu quem afirma isso, é a neurociência. A neuropsicopedagogia nunca esteve tão em alta e é meu papel e papel de eventos como a Expoeduc difundir conhecimento científico e alinhado às novas tendências.
Nos corredores e debates do evento, falou-se muito sobre inovação, tecnologia e relações humanas. Quais foram os maiores desafios relatados pelos educadores e gestores que você conheceu nesses três dias em Natal? Ou sua visão sobre os desafios em sua experiência no dia a dia.
O maior desafio está exatamente em alinhar e equilibrar o uso das tecnologias e não deixar de lado a afetividade, a aproximação entre aluno e professor. Porém, acredito que existem ainda outros obstáculos que impedem um crescimento ainda maior nos índices da aprendizagem: o excesso. Aprendi, ao longo dos anos de carreira, que o excesso é sempre prejudicial. O excesso de estudos, sem uma rotina de lazer e sono, é prejudicial. O excesso de telas, sem rotina de estudos e tarefas, também é prejudicial. O excesso é o maior obstáculo dessa geração.
O Tema da Palestra – Na sua palestra, você abordou a “Neuroanatomia da Aprendizagem: de dentro para fora”. Para quem não pôde assistir, o que significa, na prática, entender a anatomia do cérebro no processo de ensino-aprendizagem?
A minha temática precisa ser levada em consideração por todos que fazem a educação: do porteiro ao gestor escolar. Entender o ritmo – não o tempo, mas o ritmo – do estudante é essencial. Saber suas limitações, compreender o seu processamento de informações e descobrir suas potencialidades, isso faz toda a diferença na prática. Nem sempre a dificuldade de aprender é “preguiça”, mas nem toda desatenção é um transtorno. Torno a falar, o excesso é prejudicial.
Você costuma defender que “o cérebro aprende quando encontra sentido”. De que forma o professor em sala de aula pode ativar as áreas cerebrais certas para fazer o aluno se engajar com o conteúdo, fugindo da mera decoreba?
Na minha palestra, apresentei 3 tópicos muito significativos para mim, na jornada como professor, e agora, ainda mais, como neuropsicopedagogo e mestrando em neurociências. Aprendizagem se dá com ATENÇÃO, esse é um dos primeiros passos para se reter conhecimentos. Também através de REPETIÇÃO, pois as novas informações devem ser reproduzidas, igualmente aprendemos a falar, através da repetição. No entanto, além disso, a aprendizagem se dá pela AFETIVIDADE, de nada adianta cobrar dos estudantes a “decoreba”, sem que o mesmo consiga sentir afetividade, sentimento, sentido e significado no aprender. A rotina de sala de aula nem sempre permite ao professor mostrar significado do aprender, pois os índices e metas a serem cumpridos tira um pouco da magia do aprendizado. É preciso dar sentido às coisas, inclusive ao aprendizado.
Pensando nas dificuldades de aprendizagem que as crianças enfrentam hoje, como o conhecimento neuroanatômico ajuda a diferenciar uma simples falta de atenção de um transtorno real (como o TDAH ou a dislexia)?
Hoje em dia, estamos vivendo uma onda de diagnósticos e culpas. Não se busca mais “ajudar”, a preocupação atual é “culpabilizar”. Muitos professores, pais e responsáveis estão preocupados em achar no TDAH ou outro transtorno a explicação para uma dificuldade de aprender. Nem sempre é isso, muitas das vezes é apenas falta de rotina, previsibilidade e diretrizes. A ROTINA auxiliar no processo de hábitos, inclusive rotinas de sono, alimentação sem telas, atividades físicas regulares e também o tempo de exposição às telas. A PREVISIBILIDADE ajuda no controle do tempo ocioso, embora o ócio também seja produtivo, em algumas situações. Já as DIRETRIZES devem existir para que o aluno saiba lidar com figuras de autoridade, respeitando pais e professores. O equilíbrio entre esses três pilares ajuda e muito no descarte de qualquer transtorno de aprendizagem. Nem sempre é transtorno, muitas vezes é falta de rotinas.
O que os pais podem fazer para contribuir com o ensino, visto que a realidade enfrentada por eles foi bem diferente dos filhos?
Os pais devem, não falo apenas que podem, mas devem, de obrigação, participar da vida escolar dos filhos. Não apenas pagar escola, pagar reforço escolar ou ofertar materiais de boa qualidade. Falo de estar presente, de se fazer presente. Os pais devem contribuir mostrando aos filhos a importância de uma boa educação e escolarização, criando rotinas flexíveis de estudos em casa, não apenas na escola, perguntando aos filhos como foi o dia na escola, visitando a escola para saber das dificuldades do filho, sendo presentes e participantes. Acredito fielmente que o que mais tem prejudicado o processo de aprendizagem e evolução dessa geração é o afastamento ou substituição das obrigatoriedades da família como base para uma aprendizagem significativa. Falo isso em respeito e honra aos meus pais que, desde pequeno, sempre me incentivaram a buscar, através dos estudos, a realização dos meus sonhos, em especial à figura da minha mãe que me mostrou por exemplo e rotina.
Nós do Portal JBmoura.com agradecemos ao grande profissional que se propôs a nos responder tão prontamente nossa entrevista, é de fato um tema muito pertinente e transformador.
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Leia mais →: Alerta El Niño: Como a alimentação pode fortalecer sua imunidade contra a dengue e a chikungunyaO avanço de anomalias climáticas ligadas ao El Niño tem colocado as autoridades de saúde em alerta máximo para o aumento de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Diante desse cenário, médicos e nutricionistas reforçam que, além de eliminar a água parada, fortalecer o sistema imunológico por meio da alimentação correta e saber quais ingredientes evitar em caso de suspeita são as melhores armas para enfrentar a dengue e a chikungunya.
Embora nenhuma dieta impeça a infecção pelo vírus, um corpo bem nutrido responde de forma muito mais rápida e eficaz aos sintomas severos, como dores articulares profundas e fadiga extrema. Para blindar as defesas, os especialistas recomendam priorizar alimentos ricos em Vitamina C (como a acerola, o caju e a laranja) e vegetais de folhas verdes escuras (brócolis e espinafre), que são excelentes fontes de ferro e ácido fólico, auxiliando diretamente na produção de glóbulos vermelhos e plaquetas.
Outro aliado indispensável é a hidratação mineral intensa. A ingestão constante de água de coco e sucos naturais ajuda a manter o equilíbrio eletrolítico do organismo, evitando o agravamento do quadro por desidratação — que é o maior perigo infeccioso da dengue. O uso de temperos naturais com propriedades anti-inflamatórias, como o açafrão (cúrcuma), também contribui para amenizar as dores no corpo causadas pela chikungunya.
Atenção ao perigo: O que riscar do cardápio sob suspeita
Caso o paciente apresente febre alta, manchas vermelhas ou dores no corpo, a recomendação muda drasticamente. É preciso evitar rigorosamente alimentos ricos em salicilatos e aqueles com ação antitrombótica natural. Essas substâncias agem de forma semelhante à aspirina, afinando o sangue e retardando a coagulação, o que pode agravar quadros hemorrágicos em caso de dengue.De acordo com diretrizes de nutrição clínica, devem ser suspensos temporariamente:
- Frutas e legumes específicos: Maçã, morango, uva, ameixa, tangerina, limão, melão, tomate e pepino.
- Temperos e tubérculos de ação potente: Alho, cebola, gengibre e pimenta.
- Bebidas prejudiciais: Água tônica (que contém quinino, substância que pode reduzir plaquetas), café, chás pretos e refrigerantes (que aceleram a desidratação).
- Alimentos pesados: Ultraprocessados e frituras, que sobrecarregam o fígado e dificultam a digestão.
Ao menor sinal de sintomas, a automedicação nunca deve ser feita e a busca por orientação em uma unidade de saúde é obrigatória.
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Leia mais →: Corrida Planalto 2026: Definição de vices e indefinições de última hora agitam o xadrez eleitoralCom a aproximação do encerramento das convenções partidárias em 5 de agosto, o cenário para as eleições presidenciais de 2026 ganha contornos definitivos. Além das movimentações no topo das pesquisas, a escolha dos candidatos a vice-presidente tornou-se o principal foco de articulação política, dividindo os palanques entre chapas consolidadas e partidos que correm contra o relógio para fechar seus acordos de bastidores.
Na busca pela continuidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) optou pela estabilidade e confirmou a reedição da chapa com o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), apostando no diálogo com o eleitorado de centro e na manutenção de uma base governista sólida. Do lado oposto, a principal força de oposição, liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), adotou uma estratégia diferente: oficializou a candidatura presidencial no último fim de semana, mas optou por manter a vaga de vice em aberto. O comitê bolsonarista estica o prazo até o limite legal para tentar atrair partidos do Centrão ou definir um nome forte na ala conservadora, sob a coordenação do próprio ex-presidente Jair Bolsonaro.
A consolidação de nomes também avança nos blocos que buscam romper a polarização tradicional. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), surpreendeu os bastidores ao fechar uma chapa “puro-sangue”, anunciando o experiente ex-ministro e cacique político Gilberto Kassab como seu candidato a vice. Já o ativista e cofundador do MBL, Renan Santos (Missão), que homologou sua candidatura presidencial em convenção partidária, terá ao seu lado o tenente-coronel da reserva Aroldo Medina, reforçando o discurso de tolerância zero e foco na segurança pública.
Em contrapartida, o ex-governante de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), segue sem uma definição final para a chapa, dividindo as tratativas internas entre nomes do meio empresarial e alianças de última hora. Como o prazo final para o registro oficial das coligações termina na próxima semana, o cenário político nacional promete dias intensos de negociações e definições cruciais para o eleitorado.
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Leia mais →: Desmistificando a nutrição: como manter uma alimentação saudável com rotina corrida e orçamento controladoEm um cotidiano marcado por jornadas extensas de trabalho e trânsito caótico, a alimentação costuma ser a primeira área sacrificada. O crescimento do mercado de produtos ultraprocessados e congelados oferece uma falsa sensação de praticidade, mas o custo a longo prazo para a saúde pública é alto. Contrariando a ideia de que comer bem exige investimentos financeiros elevados e horas na cozinha, nutricionistas e especialistas em segurança alimentar defendem que a base da nutrição eficiente está no planejamento e na escolha de alimentos básicos.
A chamada “comida de verdade” — baseada em alimentos in natura ou minimamente processados — não apenas previne doenças crônicas, mas melhora o foco, a disposição e a qualidade do sono.
O Guia Alimentar para a População Brasileira como bússola
O Ministério da Saúde utiliza o Guia Alimentar para a População Brasileira como principal documento orientador. A regra de ouro da publicação é simples: faça de alimentos in natura ou minimamente processados a base da sua alimentação.
- Alimentos In Natura: Plantas ou animais obtidos diretamente da natureza (frutas, legumes, verduras, ovos, carnes frescas).
- Minimamente Processados: Alimentos in natura que passaram por alterações mínimas antes de chegar ao consumidor, sem adição de sal ou açúcar (grãos secos, arroz, feijão, café, leite pasteurizado, cortes de carne congelados).
- Evite os Ultraprocessados: Formulações industriais que contêm pouco ou nenhum alimento inteiro (refrigerantes, macarrão instantâneo, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote e pratos congelados prontos).
Estratégias práticas para quem não tem tempo
1. O poder do planejamento semanal
O maior gatilho para o consumo de fast-food é chegar em casa cansado e encontrar a geladeira vazia. Dedicar apenas duas horas do final de semana para higienizar saladas, cozinhar porções de arroz e feijão e congelar proteínas em potes individuais garante refeições rápidas e nutritivas para os cinco dias seguintes.
2. Aproveitamento integral dos alimentos
Cascas de batata e abóbora, talos de brócolis e folhas de cenoura concentram uma quantidade massiva de fibras, vitaminas e minerais. Em vez de descartá-los, utilizá-los no preparo de caldos caseiros, sopas ou refogados reduz o desperdício doméstico e barateia o custo da feira.
3. Substituições inteligentes e sazonais
Comprar frutas, legumes e verduras da estação (safra) é a maneira mais fácil de economizar, já que a abundância desses produtos no mercado reduz drasticamente o preço final ao consumidor. Além disso, alimentos da safra necessitam de menos intervenções químicas para crescer, resultando em itens mais saborosos e nutritivos.
Água: o nutriente mais negligenciado
Nenhum plano alimentar funciona de maneira plena sem a hidratação correta. A ingestão diária de água regula a digestão, melhora a circulação e ajuda no controle do apetite, prevenindo que o cérebro confunda a sensação de sede com a de fome. A recomendação geral de especialistas é o cálculo de 35ml de água para cada quilo de peso corporal.









