• Advogadas destacam direitos de trabalhadores sem carteira assinada e alertam sobre revisão de benefícios do INSS

    Entrevista em rádio local trouxe orientações importantes sobre trabalho informal e benefícios previdenciários

    As advogadas Milena Galvão e Flávia Maia participaram, na manhã desta quarta-feira (6), do programa Café com Notícias, da Rádio Currais Novos, onde abordaram temas relevantes sobre direitos trabalhistas e previdenciários, especialmente voltados para trabalhadores sem carteira assinada.

    Durante a entrevista, as profissionais esclareceram dúvidas frequentes da população e fizeram alertas importantes sobre o cenário atual, tanto no campo trabalhista quanto no previdenciário. A advogada Flávia Maia destacou que o fato de não haver registro formal em carteira não significa ausência de direitos. Segundo ela, é possível comprovar o vínculo empregatício por outros meios.

    “Hoje, existem diversas formas de comprovação, como transferências via PIX, conversas em aplicativos e testemunhas. Uma vez reconhecido o vínculo, o trabalhador pode ter acesso a direitos como FGTS, férias, 13º salário e até seguro-desemprego”, explicou.

    A orientação é que trabalhadores que se encontram nessa situação busquem apoio jurídico para avaliar cada caso e garantir seus direitos.

    Outro ponto de destaque foi o aumento das revisões de benefícios por parte do Instituto Nacional do Seguro Social, especialmente no caso do BPC/LOAS. De acordo com Milena Galvão, muitas pessoas têm sido convocadas para novas perícias médicas, mas comparecem sem a documentação necessária ou sem orientação adequada, o que pode resultar na suspensão do benefício.

    “A recomendação é que o beneficiário busque acompanhamento antes de comparecer à perícia, para evitar prejuízos e garantir o direito à defesa”, alertou. As advogadas reforçaram que a falta de informação ainda é um dos principais fatores que prejudicam trabalhadores e beneficiários. Conhecer os direitos e buscar orientação especializada pode fazer a diferença na garantia de benefícios e na regularização de situações trabalhistas.

    O escritório das advogadas funciona no centro de Currais Novos, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, sem intervalo para almoço. A entrevista reforça a importância de informação e acompanhamento jurídico, tanto para trabalhadores informais quanto para beneficiários do INSS. Em um cenário de fiscalização mais rigorosa, estar bem orientado é essencial para evitar perdas de direitos e garantir segurança jurídica.

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  • Polêmica: Cantor tem medida protetiva e acusações de estelionato.

    O cantor Edyr Dantas Araújo, o Edyr Vaqueiro, é alvo de uma medida protetiva de urgência baseada na Lei Maria da Penha. A decisão do Judiciário potiguar ocorre após denúncias de suposta violência doméstica e de gênero contra uma mulher. Para garantir a segurança da vítima, o artista deve manter distância mínima de 200 metros dela e está proibido de frequentar seu condomínio e academia. A Justiça também suspendeu o porte de arma do cantor e proibiu qualquer contato com a denunciante. Até o fechamento desta matéria, Edyr Vaqueiro não havia se manifestado sobre o caso, que segue em apuração.

    Além disso o artista é acusado através de declarações em redes sociais de estelionato amoroso.

    O estelionato amoroso (ou sentimental) é um golpe onde o criminoso simula um relacionamento amoroso para manipular a vítima emocionalmente e obter vantagens financeiras. O golpista usa de declarações de amor e falsas promessas de futuro para extorquir dinheiro, configurando dano material e moral, com suporte para responsabilização cível e criminal.

    São declarados valores que teriam sido usado na carreira do cantor e na vida pessoal do mesmo.

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  • Primeiros impactos do livro 24 horas para o fim.

    Os primeiros leitores de 24 para o fim terminaram a leitura em menos de 24 horas e os relatos começam a chamar atenção. Comentários sobre 24 para o fim revelam algo incomum: o livro não tem provocado apenas leitura rápida, mas reflexão profunda.

    Entre os primeiros leitores a concluir a obra em menos de 24 horas estão Henrique Duate, profissional da área de segurança digital, e Viviane, professora. Dois perfis diferentes, duas experiências pessoais distintas, mas uma percepção em comum: o impacto da mensagem.

    ” Gente… quem livro, leiam!

    Se você aplicar apenas 10% do que há neste livro, sua vida será transformada para melhor.

    Mas não leia com pressa. Avance conforme cada tópico. Encare a verdade sobre você mesmo.

    Leiam e apliquem. Suas vidas serão melhores e mais leves.

    Glória a Deus. Que livro… certamente inspirado pelo Espírito Santo de Deus.

    Glória a Deus pela vida do pastor JB Moura.
    Que o Senhor continue te usando poderosamente para abençoar o povo de Deus.”

    Henrique Duarte | Segurança digital.

    O relato de Henrique chama atenção pela objetividade. Não há excesso nem discurso fabricado. Há a reação de alguém que terminou a leitura com a sensação de ter sido confrontado pelo conteúdo.

    A recomendação dele é direta: ler com calma, absorver cada capítulo e, principalmente, aplicar.

    Porque, segundo ele, o impacto do livro não está apenas na leitura, mas na prática.

    “Ler o livro do Pastor João Batista foi, para mim, um verdadeiro presente.

    Ele chegou às minhas mãos em um momento muito oportuno, quando eu refletia profundamente sobre o que, de fato, é essencial na vida.

    Com uma escrita rica em poesia e, ao mesmo tempo, precisa, o autor constrói frases que alcançam diretamente o coração.

    A leitura foi uma experiência marcante, leve, envolvente e prática.

    Recomendo a todos que se permitam embarcar nessa jornada e redescobrir aquilo que temos de mais valioso: O nosso tempo.”

    Viviane | Professora

    Entre os trechos que mais marcaram Viviane, duas frases permaneceram ecoando após a leitura:

    “Não escreva para que o mundo leia, escreva para que a sua alma descanse.”
    — Pr. João Batista, 24 para o fim

    “Nem todo depois chega, nem todo depois acolhe, nem todo depois existe.”
    — Pr. João Batista, 24 para o fim

    Os primeiros relatos mostram que 24 para o fim não é um livro construído apenas para informar.

    • Ele provoca reflexão.
    • Desacelera pensamentos.
    • Confronta prioridades.
    • E faz o leitor revisitar perguntas que normalmente são empurradas para depois.

    Talvez por isso os comentários estejam vindo carregados de identificação pessoal.

    Porque existem livros que apenas ocupam espaço na estante.

    E existem livros que encontram o leitor no momento exato em que ele precisava parar e ouvir.

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  • Em votação hoje

    Parada há 13 anos, votação sobre a partilha dos royalties do petróleo é retomada hoje, pode afetar 144 municípios do RN.

    O julgamento da lei que modifica a distribuição dos royalties do petróleo será retomado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (06) após 13 anos. A Corte irá debater acerca da constitucionalidade da lei 12.734/2012, aprovada pelo Congresso ainda durante o governo Dilma Rousseff. O processo, que trata da divisão dos recursos entre estados produtores e não produtores de petróleo e gás natural, estava suspenso desde 2013 por decisão liminar da ministra Cármen Lúcia. O Rio Grande do Norte, ao lado da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e mais 18 estados, é favorável à redistribuição aprovada pela lei de 2012.

    Dados da ANP apontam que o Rio Grande do Norte arrecadou R$ 238,33 milhões em royalties do petróleo em 2025. Já os municípios potiguares receberam repasses de R$ 382,71 milhões. No total, o valor distribuído entre o estado e os municípios foi de R$ 621 milhões no ano passado.

    De acordo com Pedro Albuquerque, assessor técnico do Observatório da Indústria Mais RN, da Fiern, a suspensão da lei representou uma perda de oportunidade fiscal relevante para o RN. “A estimativa de 2019 apontada pela CNM indicava uma perda potencial de R$ 8,3 bilhões, sendo R$ 5,7 bilhões para o Governo do Estado e R$ 2,66 bilhões para os municípios, caso não houvesse mudança na repartição”.

    Dados mais recentes apontam que 144 dos 167 municípios potiguares teriam sido afetados, com perdas acumuladas de R$ 762 milhões de 2013 a 2024 – ou seja, caso a lei estivesse em vigor, a distribuição beneficiaria o RN. “Em termos fiscais, isso afeta diretamente a capacidade de planejamento municipal. Municípios menores, com baixa base tributária própria, tendem a depender mais de transferências intergovernamentais”, diz Albuquerque.

    Para Zé Augusto, presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), a redistribuição é estratégica. “Isso é de fundamental importância, porque os municípios, principalmente os pequenos, como a maioria aqui no RN, dependem de repasses constitucionais. E estão ocorrendo quedas de arrecadação”, afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan News Natal nesta terça-feira (5).

    Ranking Geral de Produção de Petróleo no Brasil (Dados recentes):

    1. Rio de Janeiro (RJ): Responsável pela grande maioria, ultrapassando 85% de participação em 2026.
    2. São Paulo (SP): Consolida-se como um dos principais, revezando com o ES.
    3. Espírito Santo (ES): Importante produtor, especialmente em campos marítimos.
    4. Rio Grande do Norte (RN): Líder na produção em terra (onshore).
    5. Bahia (BA): Relevante produtor em terra.
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  • 90% dos brasileiros aprovam a redução da maioridade penal

    90% QUEREM REDUZIR A MAIORIDADE PENAL: SOLUÇÃO OU ILUSÃO PERIGOSA?

    Segundo pesquisa do Real Time Big Data, cerca de 90% dos eleitores brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos. O número é impactante — e diz muito sobre o momento que o país vive.

    Não se trata apenas de opinião. É um retrato claro de uma população cansada, pressionada pela violência e, principalmente, pela sensação de impunidade. A realidade é dura: adolescentes vêm sendo usados pelo crime organizado como executores, transportadores e até líderes de pequenas operações, justamente porque sabem que o sistema é mais brando.

    Diante disso, a reação popular é previsível: endurecer.

    Mas é aqui que mora o risco.

    Reduzir a maioridade penal, isoladamente, pode até satisfazer o clamor social no curto prazo, mas não resolve o problema estrutural. Pelo contrário. Inserir jovens de 16 e 17 anos no sistema prisional brasileiro atual é, na prática, acelerar sua formação dentro do crime. O que deveria ser punição vira especialização.

    Hoje, o sistema não recupera — ele conecta. Conecta jovens a facções, a estruturas criminosas e a uma lógica de poder que dificilmente será revertida depois.

    Isso não significa que o modelo atual funcione. Muito pelo contrário.

    O Brasil vive um paradoxo perigoso: não pune de forma eficaz e também não recupera. O resultado é um terreno fértil para o crime recrutar cada vez mais cedo.

    A discussão séria, portanto, não pode ser rasa. Não é apenas sobre reduzir a idade. É sobre como responsabilizar sem piorar o problema.

    Um caminho mais racional passa por três pontos fundamentais: punição real, estruturas separadas do sistema adulto e um modelo que rompa, de fato, o vínculo com o crime organizado. Sem isso, qualquer mudança será apenas simbólica — e potencialmente desastrosa.

    O apoio de 90% da população não pode ser ignorado. Mas também não pode ser tratado como solução pronta.

    Porque, no fim, a pergunta que precisa ser feita é simples e incômoda:

    o Estado brasileiro está preparado para punir sem formar criminosos ainda mais perigosos?

    Se a resposta for não, mudar a lei pode até parecer avanço — mas corre o risco de ser apenas mais um erro com consequências graves no futuro.

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  • Dados alarmantes sobre feminicídio no Brasil.

    Editorial

    Uma mulher é assinada a cada 5 horas no Brasil e seguimos agindo como se fosse normal.


    Não dá mais pra tratar isso com frieza técnica. Não dá pra fingir que é só mais um dado.
    Segundo levantamento divulgado pela imprensa, o Brasil registra um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos. Repito: a cada poucas horas, uma mulher é morta simplesmente por ser mulher.
    E, sinceramente, isso não choca mais como deveria. E talvez esse seja o maior problema.
    Porque esses crimes não acontecem do nada. Não são surtos isolados. Eles têm roteiro: começam com controle, ciúme, ameaça, agressão. Todo mundo vê, ninguém faz nada efetivo até virar notícia.
    O país tem lei. Tem a Lei Maria da Penha. Tem tipificação de feminicídio. Tem medida protetiva. No papel, parece que estamos avançados.
    Mas na prática?
    Na prática, a medida protetiva vira papel ignorado. A denúncia vira número. E o Estado chega tarde. Sempre tarde.
    E aqui precisa ser dito com todas as letras: não é só falha da lei. É falha de execução. É falha de prioridade. É falha de resposta.
    Enquanto isso, a violência vai escalando. O agressor testa limites e percebe que pode ir mais longe. E vai. Até o ponto final.
    E tem outro incômodo que muita gente evita falar: a banalização. Ainda se relativiza. Ainda se trata como briga de casal. Ainda se fecha os olhos para sinais óbvios.
    O resultado está aí, frio e repetitivo: uma mulher morta a cada poucas horas.
    Não é falta de informação. Não é falta de aviso. É falta de ação de verdade.
    Porque quando o Estado falha em proteger, ele, na prática, permite que isso continue acontecendo.
    E aí vem a pergunta que incomoda e precisa incomodar:
    quantas mais precisam morrer até isso deixar de ser tratado como rotina?
    Porque, do jeito que está, não estamos enfrentando o problema.
    Estamos convivendo com ele. E isso, por si só, já é inaceitável.

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  • Dia das Mães deve injetar 589 milhões na economia potiguar.

    Segundo levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC), a expectativa é de que o consumo movimente cerca de R$ 195,9 milhões em Natal — alta de 12,1% em relação ao ano passado. Em Mossoró, a previsão é de um crescimento ainda maior, com R$ 37,9 milhões circulando na economia local, um aumento de 12,8%. Em todo o Rio Grande do Norte, a projeção é de que os gastos somem R$ 589 milhões, considerando tanto a compra de presentes quanto os tradicionais almoços em família.

    A segunda melhor data para o comércio tem estimativa de movimentar 14,3 bilhões em todo o Brasil. No Rio Grande do Norte o valor médio pretendido de gasto de cada consumidor o chamado Ticket Médio é de R$ 200,00. No Brasil o valor estimado é de R$ 294,00.

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  • Conheça os Pré-Candidados a Governo do Estado.

    Com os cenários políticos se consolidando em cada partido e coligação, nós já temos alguns políticos anunciados como pré-candidatos ao Executivo Estadual, são eles:


    Allyson Leandro Bezerra Silva (União Brasil)

    Casado, 33 anos, engenheiro Civil formado pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Especialista em Engenharia Ambiental pela Universidade Candido Mendes do Rio de Janeiro/RJ, Especialista em Gestão Pública. Mestre em Manejo de Solo e Água pela UFERSA. Servidor Público Federal desde 2012, com lotação na UFERSA. Possui graduação em Ciência e Tecnologia pela UFERSA (2013). Técnico em Edificações pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte IFRN. Deputado Estadual do Rio Grande do Norte de 2019 a 2020. Ex-Prefeito do Município de Mossoró/RN.
    Representa o partido União Brasil

    Álvaro Dias (Republicanos)

    Casado, 66 anos, médico e político potiguar, construiu uma longa trajetória legislativa como deputado estadual e federal antes de assumir a prefeitura de Natal em 2018 . Iniciando a carreira em Caicó, Dias consolidou sua trajetória política no PMDB e PDT, participando de comissões relevantes e ocupando cargos de liderança antes de se tornar vice-prefeito em 2016

    Cadú Xavier (PT)

    Carlos Eduardo Xavier, 46 anos, ex-secretário de Fazenda do estado, conta com o apoio da Governadora Fátima Bezerra, nunca exerceu cargo eletivo. Engenheiro de computação, auditor fiscal do RN por sete anos, deixa a função para poder candidatar-se ao governo estadual.

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  • RN registra abril mais seguro em 16 anos, com queda histórica nos homicídios

    Dados apontam redução significativa da violência e indicam tendência de queda no estado

    O Rio Grande do Norte registrou, em abril, o menor número de homicídios dos últimos 16 anos, segundo dados divulgados pelo governo do estado. O resultado é considerado um marco na segurança pública e reforça a tendência de redução da violência letal observada nos últimos meses.

    Queda histórica nos índices

    De acordo com os números oficiais, abril apresentou uma diminuição expressiva nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), categoria que inclui homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. A redução coloca o mês como o mais seguro desde o início da série histórica recente, iniciada há mais de uma década e meia, evidenciando um cenário diferente do observado em anos anteriores, quando o estado enfrentava índices mais elevados de violência.

    Ações de segurança contribuíram para o resultado

    Entre os fatores apontados para a queda estão o reforço no policiamento ostensivo, operações integradas entre forças de segurança e o uso de estratégias de inteligência.

    O trabalho conjunto das polícias Civil e Militar, aliado ao monitoramento de áreas consideradas mais sensíveis, também tem contribuído para a redução dos crimes. Especialistas apontam que, embora os dados sejam positivos, é importante acompanhar a continuidade dessa tendência ao longo dos próximos meses. A manutenção dos índices depende da continuidade das políticas públicas voltadas à segurança e prevenção da violência. Apesar do avanço, autoridades destacam que o combate à criminalidade ainda é um desafio constante. A redução dos homicídios é vista como um passo importante, mas que exige continuidade nas ações e investimentos para garantir resultados duradouros.

    O desempenho de abril reforça um cenário de melhora gradual na segurança pública do Rio Grande do Norte, trazendo uma perspectiva mais positiva para a população e para o desenvolvimento social e econômico do estado.

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  • Carlos Eduardo Alves desiste de candidatura a senado.

    O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, divulgou nota nesta terça-feira (5) em que confirma não disputar uma das vagas ao Senado nas eleições deste ano.

    Na nota, ele disse que “Alysson Bezerra me comunicou que a direção nacional do partido União Brasil informou que nessa eleição a prioridade é a eleição de deputados federais e governador e que não haverá disponibilidade do fundo eleitoral partidário para candidatura ao Senado no Rio Grande do Norte“.

    Leia a íntegra:

    “Comunico aos meus amigos e amigas de Natal e de todo o Rio Grande do Norte, que nos últimos meses me incentivaram a ser candidato a Senador da República, que após entendimento com o pré-candidato a governador Alysson Bezerra, ficou decidido que não serei candidato ao Senado da República.

    Alysson Bezerra me comunicou que a direção nacional do partido União Brasil informou que nessa eleição a prioridade é a eleição de deputados federais e governador e que não haverá disponibilidade do fundo eleitoral partidário para candidatura ao Senado no Rio Grande do Norte.

    Agradeço o empenho dos dirigentes do União Brasil no Rio Grande do Norte para viabilizar a nossa candidatura ao Senado.

    Como fiz ao longo de toda a minha vida pública, com ou sem mandato, seguirei sempre a disposição de Natal e do Rio Grande do Norte, disposto a contribuir para o debate qualificado e para o avanço do nosso estado”.

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João Batista de Moura

Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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