Em um país onde mais de 80% da população se declara cristã, defender o fechamento de igrejas não é apenas uma afronta à fé. É desprezar uma das maiores forças de acolhimento e transformação social do Brasil.
A recente polêmica envolvendo Ana Elisa trouxe à discussão uma ideia tão preocupante quanto absurda: fechar igrejas, por que tanta hostilidade contra a fé cristã?
Segundo o IBGE, 83,6% dos brasileiros com 10 anos ou mais se declaram católicos ou evangélicos. São milhões de pessoas que encontram na fé esperança, direção e forças para enfrentar os desafios da vida.
Mas a contribuição do cristianismo vai muito além dos templos. Está nos hospitais, nas escolas, nas instituições filantrópicas, no alimento entregue a quem tem fome, no abraço oferecido a quem sofre e nas inúmeras vidas restauradas pela fé.
É claro que a Igreja não está acima de críticas. Seus erros devem ser reconhecidos e corrigidos. Mas transformar falhas individuais em justificativa para atacar toda uma comunidade religiosa é uma injustiça.
O Brasil é um Estado laico, não um Estado antirreligioso. A liberdade de crença é um direito constitucional, e o respeito precisa alcançar também aqueles que professam a fé cristã.
A Igreja não é inimiga da sociedade. Em incontáveis comunidades, ela é justamente o lugar para onde as pessoas correm quando a sociedade lhes fecha as portas.
Antes de desejar igrejas fechadas, seria prudente imaginar quantas portas de esperança também se fechariam com elas.
Afinal, o problema do Brasil não é a existência de igrejas. É a falta de amor, respeito e compromisso com o próximo, valores que o verdadeiro cristianismo insiste em ensinar.

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João Batista de Moura

Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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