• Jovem morre vítima de atentado.

    O Jovem João Cipriano da Silva, 18 anos, acabou falecendo na noite desta quarta 07/05, na cidade de Bom Jesus, o jovem é filho do proprietário da Pastelaria Tangará, conhecida por todos que frequentam o interior do estado.

    Segundo informações o jovem conduzia um veículo que foi atingido por disparos de arma de fogo. O alvo seria Jonas Gomes da Silva, o Joaninha, que estava como passageiro do automóvel. Ele seria, segundo a PM, o alvo do atentado. Ele foi socorrido ao hospital municipal e transferido, em seguida, para o Walfredo Gurgel. Infelizmente o jovem acabou não resistindo aos ferimentos.

    A polícia ainda investiga as circunstâncias do crime.

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  • Principal Hospital do Estado com elevadores quebrados.

    Pacientes do maior hospital do Rio Grande do Norte, o Walfredo Gurgel referência em atendimento de urgência e emergência relatam que para realizarem cirurgias é necessário uso de escadas, pois 2 dos elevadores da unidade hospitalar estão sem funcionar sem previsão de conserto.

    O hospital é referência em atendimento principalmente em casos de acidentes, a unidade recebe um paciente vítima de sinistro de moto a cada 3 horas, isso em dias normais, em dias de rush ou de grandes eventos na grande Natal, quem já esteve pelos corredores do hospital sabe que o número é bem maior, os profissionais são guerreiros.

    Agora com os elevadores quebrados cirurgias ficam comprometidas, pois alguns dos pacientes que conseguem sobem e descem escadas, com a ajuda dos maqueiros, mas a grande maioria tem sua mobilidade comprometida e não é possível fazer tal esforço.

    Além disso a unidade passou recentemente por vistoria do Ministério Público para que a reforma que está sendo executada a vários seja examinada, mesmo trechos já inaugurados em 2024 apresentaram problemas apontados.

    Os principais deles:


    Área Administrativa

    • Falhas de acabamento em corrimãos e início de corrosão em válvulas da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).
    • Rufos (peças metálicas no telhado) com detalhamento inadequado;
    • Desplacamento de soleiras;
    • Fissuras em chapins (peças de concreto) e platibandas (mureta construída para esconder telhado);
    • Irregularidades no assentamento de pisos;

    Ambulatório

    • Fissuração estrutural extensa em paredes externas;
    • Indícios de infiltração;
    • Tubulações expostas em ambientes internos;
    • Descontinuidade de junta de dilatação vertical no piso;
    • Desplacamento de drywall.

    Bloco Hospital

    • Ausência de frentes de trabalho ativas;
    • Armaduras com indício de corrosão;
    • Acúmulo de entulho no canteiro;
    • Presença de fissuras em alvenarias externas;
    • Pilares com armaduras expostas e restos de formas não removidas.
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  • Parelhense, Seridoense, Arretada e Pé no chão!

    Muitos artistas depois de “sucesso” mesmo que de pouca dimensão em comparação ao que aconteceu com a Atriz Tânia Maria, que ao participar da figuração do Filme Bacurau, do cineasta brasileiro Mendonça Filho em 2019, então com 72 anos, a figurante se destacou dos demais, fez amizade, foi notada.

    Sua irreverência e postura obstinada como boa mulher seridoense chamou atenção do cineasta e sua equipe, que não pensou duas vezes antes de convidá-la para viver Dona Sebastiana, gerente do Edifício Ofir que ajuda o personagem protagonista do filme O Agente Secreto, filme indicado ao Oscar. A atuação da artista foi tão boa que a revista The New York Times, criou uma categoria só para poder premiá-la.

    Sebastiana Maria de Medeiros Filha – Nascida no povoado de Santo Antônio da Cobra, zona rural de Parelhas-RN em 19 de janeiro de 1947, Tânia Maria dedicou grande parte de sua vida ao artesanato e à costura, fazendo confecção de tapetes de banheiro a partir de materiais reciclados, e trabalhando como costureira, atividade que a mesma faz questão de retornar a cada vez que seu trabalho de atriz dá uma folga, ela fala para seus mais de 193 mil seguidores no instagram, no perfil @taniamariaatriz. Mostrando que a vida não para e que fará de tudo para propagar seus artesanatos e a cultura seridoense que tanta a orgulha.

    Tânia Maria, é a força da mulher seridoense, mulher de fibra, que é capaz de enfrentar de um tudo com os pés no chão que é sua preferência. Até porque a atriz não acompanhou a equipe até o tapete vermelho do Oscar, pois tem pavor de entrar num avião. Tem nada não Tânia, sua arte ganha o mundo!

    E quem pensa que ela parou em O Agente Secreto, se engana em 2025, participou do documentário ficcional Seu Cavalcanti, de Leonardo Lacca. Em 2026, participará do elenco do longa-metragem Yellow Cake, dirigido por Tiago Melo, que teve sua estreia internacional no Festival de Roterdã, em fevereiro do mesmo ano.[Ainda esteve no elenco do curta-metragem O Dilema das Rosas, e da série de televisão Delegado

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  • TBT: Confira o que foi destaque na internet durante a semana!

    Confira os principais assuntos que encheram nossos feeds e timelines:

    Patroa bate em empregada grávida e se gaba para amigas.

    A empresária suspeita Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, é acusada pela ex-empregada, que está grávida de 5 meses de ser agredida e ameaçada. A jovem registrou boletim de ocorrência, a polícia ainda encontrou no grupo de amigas da empresária o relato da mesma se gabando de quanto bateu e dizendo ainda que não deveria nem ter saído viva. Carolina tem registros anteriores de ações semelhantes. O caso aconteceu no Maranhão e ganhou repercussão nacional devido a gravidade e as falas da acusaram que foram vazadas na internet.

    Carlos Eduardo desiste do Senado por falta de fundo partidário.

    Como já apresentamos aqui o político Carlos Eduardo Alves que sairia candidato ao senado pelo partido União Brasil, desistiu de sua candidatura e colocou o motivo na mesa, declarando em suas comunicações que a razão foi anúncio de seu partido que não havia Fundo Partidário para auxiliar sua campanha ao Senado pelo Rio Grande do Norte.

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  • Advogadas destacam direitos de trabalhadores sem carteira assinada e alertam sobre revisão de benefícios do INSS

    Entrevista em rádio local trouxe orientações importantes sobre trabalho informal e benefícios previdenciários

    As advogadas Milena Galvão e Flávia Maia participaram, na manhã desta quarta-feira (6), do programa Café com Notícias, da Rádio Currais Novos, onde abordaram temas relevantes sobre direitos trabalhistas e previdenciários, especialmente voltados para trabalhadores sem carteira assinada.

    Durante a entrevista, as profissionais esclareceram dúvidas frequentes da população e fizeram alertas importantes sobre o cenário atual, tanto no campo trabalhista quanto no previdenciário. A advogada Flávia Maia destacou que o fato de não haver registro formal em carteira não significa ausência de direitos. Segundo ela, é possível comprovar o vínculo empregatício por outros meios.

    “Hoje, existem diversas formas de comprovação, como transferências via PIX, conversas em aplicativos e testemunhas. Uma vez reconhecido o vínculo, o trabalhador pode ter acesso a direitos como FGTS, férias, 13º salário e até seguro-desemprego”, explicou.

    A orientação é que trabalhadores que se encontram nessa situação busquem apoio jurídico para avaliar cada caso e garantir seus direitos.

    Outro ponto de destaque foi o aumento das revisões de benefícios por parte do Instituto Nacional do Seguro Social, especialmente no caso do BPC/LOAS. De acordo com Milena Galvão, muitas pessoas têm sido convocadas para novas perícias médicas, mas comparecem sem a documentação necessária ou sem orientação adequada, o que pode resultar na suspensão do benefício.

    “A recomendação é que o beneficiário busque acompanhamento antes de comparecer à perícia, para evitar prejuízos e garantir o direito à defesa”, alertou. As advogadas reforçaram que a falta de informação ainda é um dos principais fatores que prejudicam trabalhadores e beneficiários. Conhecer os direitos e buscar orientação especializada pode fazer a diferença na garantia de benefícios e na regularização de situações trabalhistas.

    O escritório das advogadas funciona no centro de Currais Novos, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, sem intervalo para almoço. A entrevista reforça a importância de informação e acompanhamento jurídico, tanto para trabalhadores informais quanto para beneficiários do INSS. Em um cenário de fiscalização mais rigorosa, estar bem orientado é essencial para evitar perdas de direitos e garantir segurança jurídica.

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  • Polêmica: Cantor tem medida protetiva e acusações de estelionato.

    O cantor Edyr Dantas Araújo, o Edyr Vaqueiro, é alvo de uma medida protetiva de urgência baseada na Lei Maria da Penha. A decisão do Judiciário potiguar ocorre após denúncias de suposta violência doméstica e de gênero contra uma mulher. Para garantir a segurança da vítima, o artista deve manter distância mínima de 200 metros dela e está proibido de frequentar seu condomínio e academia. A Justiça também suspendeu o porte de arma do cantor e proibiu qualquer contato com a denunciante. Até o fechamento desta matéria, Edyr Vaqueiro não havia se manifestado sobre o caso, que segue em apuração.

    Além disso o artista é acusado através de declarações em redes sociais de estelionato amoroso.

    O estelionato amoroso (ou sentimental) é um golpe onde o criminoso simula um relacionamento amoroso para manipular a vítima emocionalmente e obter vantagens financeiras. O golpista usa de declarações de amor e falsas promessas de futuro para extorquir dinheiro, configurando dano material e moral, com suporte para responsabilização cível e criminal.

    São declarados valores que teriam sido usado na carreira do cantor e na vida pessoal do mesmo.

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  • Primeiros impactos do livro 24 horas para o fim.

    Os primeiros leitores de 24 para o fim terminaram a leitura em menos de 24 horas e os relatos começam a chamar atenção. Comentários sobre 24 para o fim revelam algo incomum: o livro não tem provocado apenas leitura rápida, mas reflexão profunda.

    Entre os primeiros leitores a concluir a obra em menos de 24 horas estão Henrique Duate, profissional da área de segurança digital, e Viviane, professora. Dois perfis diferentes, duas experiências pessoais distintas, mas uma percepção em comum: o impacto da mensagem.

    ” Gente… quem livro, leiam!

    Se você aplicar apenas 10% do que há neste livro, sua vida será transformada para melhor.

    Mas não leia com pressa. Avance conforme cada tópico. Encare a verdade sobre você mesmo.

    Leiam e apliquem. Suas vidas serão melhores e mais leves.

    Glória a Deus. Que livro… certamente inspirado pelo Espírito Santo de Deus.

    Glória a Deus pela vida do pastor JB Moura.
    Que o Senhor continue te usando poderosamente para abençoar o povo de Deus.”

    Henrique Duarte | Segurança digital.

    O relato de Henrique chama atenção pela objetividade. Não há excesso nem discurso fabricado. Há a reação de alguém que terminou a leitura com a sensação de ter sido confrontado pelo conteúdo.

    A recomendação dele é direta: ler com calma, absorver cada capítulo e, principalmente, aplicar.

    Porque, segundo ele, o impacto do livro não está apenas na leitura, mas na prática.

    “Ler o livro do Pastor João Batista foi, para mim, um verdadeiro presente.

    Ele chegou às minhas mãos em um momento muito oportuno, quando eu refletia profundamente sobre o que, de fato, é essencial na vida.

    Com uma escrita rica em poesia e, ao mesmo tempo, precisa, o autor constrói frases que alcançam diretamente o coração.

    A leitura foi uma experiência marcante, leve, envolvente e prática.

    Recomendo a todos que se permitam embarcar nessa jornada e redescobrir aquilo que temos de mais valioso: O nosso tempo.”

    Viviane | Professora

    Entre os trechos que mais marcaram Viviane, duas frases permaneceram ecoando após a leitura:

    “Não escreva para que o mundo leia, escreva para que a sua alma descanse.”
    — Pr. João Batista, 24 para o fim

    “Nem todo depois chega, nem todo depois acolhe, nem todo depois existe.”
    — Pr. João Batista, 24 para o fim

    Os primeiros relatos mostram que 24 para o fim não é um livro construído apenas para informar.

    • Ele provoca reflexão.
    • Desacelera pensamentos.
    • Confronta prioridades.
    • E faz o leitor revisitar perguntas que normalmente são empurradas para depois.

    Talvez por isso os comentários estejam vindo carregados de identificação pessoal.

    Porque existem livros que apenas ocupam espaço na estante.

    E existem livros que encontram o leitor no momento exato em que ele precisava parar e ouvir.

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  • Em votação hoje

    Parada há 13 anos, votação sobre a partilha dos royalties do petróleo é retomada hoje, pode afetar 144 municípios do RN.

    O julgamento da lei que modifica a distribuição dos royalties do petróleo será retomado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (06) após 13 anos. A Corte irá debater acerca da constitucionalidade da lei 12.734/2012, aprovada pelo Congresso ainda durante o governo Dilma Rousseff. O processo, que trata da divisão dos recursos entre estados produtores e não produtores de petróleo e gás natural, estava suspenso desde 2013 por decisão liminar da ministra Cármen Lúcia. O Rio Grande do Norte, ao lado da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e mais 18 estados, é favorável à redistribuição aprovada pela lei de 2012.

    Dados da ANP apontam que o Rio Grande do Norte arrecadou R$ 238,33 milhões em royalties do petróleo em 2025. Já os municípios potiguares receberam repasses de R$ 382,71 milhões. No total, o valor distribuído entre o estado e os municípios foi de R$ 621 milhões no ano passado.

    De acordo com Pedro Albuquerque, assessor técnico do Observatório da Indústria Mais RN, da Fiern, a suspensão da lei representou uma perda de oportunidade fiscal relevante para o RN. “A estimativa de 2019 apontada pela CNM indicava uma perda potencial de R$ 8,3 bilhões, sendo R$ 5,7 bilhões para o Governo do Estado e R$ 2,66 bilhões para os municípios, caso não houvesse mudança na repartição”.

    Dados mais recentes apontam que 144 dos 167 municípios potiguares teriam sido afetados, com perdas acumuladas de R$ 762 milhões de 2013 a 2024 – ou seja, caso a lei estivesse em vigor, a distribuição beneficiaria o RN. “Em termos fiscais, isso afeta diretamente a capacidade de planejamento municipal. Municípios menores, com baixa base tributária própria, tendem a depender mais de transferências intergovernamentais”, diz Albuquerque.

    Para Zé Augusto, presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), a redistribuição é estratégica. “Isso é de fundamental importância, porque os municípios, principalmente os pequenos, como a maioria aqui no RN, dependem de repasses constitucionais. E estão ocorrendo quedas de arrecadação”, afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan News Natal nesta terça-feira (5).

    Ranking Geral de Produção de Petróleo no Brasil (Dados recentes):

    1. Rio de Janeiro (RJ): Responsável pela grande maioria, ultrapassando 85% de participação em 2026.
    2. São Paulo (SP): Consolida-se como um dos principais, revezando com o ES.
    3. Espírito Santo (ES): Importante produtor, especialmente em campos marítimos.
    4. Rio Grande do Norte (RN): Líder na produção em terra (onshore).
    5. Bahia (BA): Relevante produtor em terra.
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  • 90% dos brasileiros aprovam a redução da maioridade penal

    90% QUEREM REDUZIR A MAIORIDADE PENAL: SOLUÇÃO OU ILUSÃO PERIGOSA?

    Segundo pesquisa do Real Time Big Data, cerca de 90% dos eleitores brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos. O número é impactante — e diz muito sobre o momento que o país vive.

    Não se trata apenas de opinião. É um retrato claro de uma população cansada, pressionada pela violência e, principalmente, pela sensação de impunidade. A realidade é dura: adolescentes vêm sendo usados pelo crime organizado como executores, transportadores e até líderes de pequenas operações, justamente porque sabem que o sistema é mais brando.

    Diante disso, a reação popular é previsível: endurecer.

    Mas é aqui que mora o risco.

    Reduzir a maioridade penal, isoladamente, pode até satisfazer o clamor social no curto prazo, mas não resolve o problema estrutural. Pelo contrário. Inserir jovens de 16 e 17 anos no sistema prisional brasileiro atual é, na prática, acelerar sua formação dentro do crime. O que deveria ser punição vira especialização.

    Hoje, o sistema não recupera — ele conecta. Conecta jovens a facções, a estruturas criminosas e a uma lógica de poder que dificilmente será revertida depois.

    Isso não significa que o modelo atual funcione. Muito pelo contrário.

    O Brasil vive um paradoxo perigoso: não pune de forma eficaz e também não recupera. O resultado é um terreno fértil para o crime recrutar cada vez mais cedo.

    A discussão séria, portanto, não pode ser rasa. Não é apenas sobre reduzir a idade. É sobre como responsabilizar sem piorar o problema.

    Um caminho mais racional passa por três pontos fundamentais: punição real, estruturas separadas do sistema adulto e um modelo que rompa, de fato, o vínculo com o crime organizado. Sem isso, qualquer mudança será apenas simbólica — e potencialmente desastrosa.

    O apoio de 90% da população não pode ser ignorado. Mas também não pode ser tratado como solução pronta.

    Porque, no fim, a pergunta que precisa ser feita é simples e incômoda:

    o Estado brasileiro está preparado para punir sem formar criminosos ainda mais perigosos?

    Se a resposta for não, mudar a lei pode até parecer avanço — mas corre o risco de ser apenas mais um erro com consequências graves no futuro.

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  • Dados alarmantes sobre feminicídio no Brasil.

    Editorial

    Uma mulher é assinada a cada 5 horas no Brasil e seguimos agindo como se fosse normal.


    Não dá mais pra tratar isso com frieza técnica. Não dá pra fingir que é só mais um dado.
    Segundo levantamento divulgado pela imprensa, o Brasil registra um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos. Repito: a cada poucas horas, uma mulher é morta simplesmente por ser mulher.
    E, sinceramente, isso não choca mais como deveria. E talvez esse seja o maior problema.
    Porque esses crimes não acontecem do nada. Não são surtos isolados. Eles têm roteiro: começam com controle, ciúme, ameaça, agressão. Todo mundo vê, ninguém faz nada efetivo até virar notícia.
    O país tem lei. Tem a Lei Maria da Penha. Tem tipificação de feminicídio. Tem medida protetiva. No papel, parece que estamos avançados.
    Mas na prática?
    Na prática, a medida protetiva vira papel ignorado. A denúncia vira número. E o Estado chega tarde. Sempre tarde.
    E aqui precisa ser dito com todas as letras: não é só falha da lei. É falha de execução. É falha de prioridade. É falha de resposta.
    Enquanto isso, a violência vai escalando. O agressor testa limites e percebe que pode ir mais longe. E vai. Até o ponto final.
    E tem outro incômodo que muita gente evita falar: a banalização. Ainda se relativiza. Ainda se trata como briga de casal. Ainda se fecha os olhos para sinais óbvios.
    O resultado está aí, frio e repetitivo: uma mulher morta a cada poucas horas.
    Não é falta de informação. Não é falta de aviso. É falta de ação de verdade.
    Porque quando o Estado falha em proteger, ele, na prática, permite que isso continue acontecendo.
    E aí vem a pergunta que incomoda e precisa incomodar:
    quantas mais precisam morrer até isso deixar de ser tratado como rotina?
    Porque, do jeito que está, não estamos enfrentando o problema.
    Estamos convivendo com ele. E isso, por si só, já é inaceitável.

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Pr. João Batista de Moura

Com formação em Pedagogia, Teologia e Psicanálise, além de MBA em Marketing e Gestão de Pessoas, JB Moura construiu uma trajetória consistente e multidisciplinar voltada à comunicação, ao desenvolvimento humano e à liderança.

São mais de 20 anos dedicados à comunicação no Seridó e no Rio Grande do Norte, com atuação consolidada no jornalismo e no rádio, sempre marcada pela credibilidade, clareza e compromisso com a informação de interesse público. Sua comunicação se destaca pela responsabilidade editorial e pela capacidade de traduzir temas relevantes de forma acessível e impactante.

Mais do que informar, JB Moura comunica propósito. Em suas palestras e no Minuto Esperança, une conhecimento, fé e experiência para transmitir mensagens que despertam consciência, fortalecem valores e oferecem direção, impactando vidas com profundidade e esperança.

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